Thank You: Rockstars pagam seu tributo ao primeiro disco do Zeppelin

Led+Zeppelin+(1969)

Tony Iommi
“Led Zeppelin I tem uma ótima atmosfera e eles escreveram ótimas canções, uma sonoridade aliás que nunca tinha sido ouvida antes. Claro que outros grupos também estavam mesclando o blues com o rock, mas com o Zeppelin era diferente. Isso se deve a qualidade das músicas deles”.

Joe Perry
“Quando o primeiro álbum do Zeppelin foi lançado eu passava horas tirando as canções e ficava tentando sacar o que fazia elas serem tão geniais. Foi só nessa época que eu passei a levar a minha música a sério”.

Leslie West
“Quando ouvi o primeiro álbum deles, o Mountain ainda não havia sido formado e eu tinha acabado de gravar meu primeiro álbum solo. Pensei comigo mesmo: ‘Se eu tiver que competir com isso eu to ferrado!’. Fiquei extremamente impressionado com o som daquela banda, era exatamente o que eu queria estar fazendo. Até hoje quando você coloca aquele primeiro disco deles pra tocar ele causa um impacto e faz todo o pessoal daquela época ficar envergonhado. Eles soavam muito mais do que um grupo com um vocalista e três músicos: Bonham soava como quatro bateristas juntos e todo mundo tinha um som único naquela banda. Page era um músico de estúdio sensacional e tinha um som único, não era como Clapton, mas suas canções eram ótimas. Eles tinham tudo”.

Paul Stanley
“Numa tarde, uma rádio de Nova York tocou a primeira faixa do Led I, “Good Times Bad Times”, e aquilo me deixou completamente atordoado. Era como se alguém estivesse acabado de injetar adrenalina no meu coração. O sangue começou a bombar por todo meu corpo e tive a sensação de aquela música energética iria destruir os meus falantes”.

Simom Kirke
“A primeira coisa deles que ouvi foi “Good Times Bad Times” e imediatamente fiquei paralisado ao ouvir aquele som de bateria. Nunca tinha sequer imaginado em ouvir alguém tocar daquele jeito. Bonzo tinha a melhor técnica de bumbo do rock”.

Marky Ramone
“Comprei o primeiro disco deles assim que saiu e ele foi meu álbum preferido nessa época. Escutei diariamente por meses a fio. Eu não os considero heavy metal, mas sim uma banda inglesa de hard rock e blues. John Bonham acabou comigo em todos os sentidos”.

Rik Emmet
“O primeiro álbum do Zeppelin até hoje é o meu favorito. É impossível ouvir esse disco e não se lembrar o quanto ele significava para um garoto fanático por rock naqueles tempos”.

Carmine Appice
“Nosso empresário me deu um acetato do primeiro álbum deles pra ouvir, antes mesmo do disco ser lançado, pois estávamos escolhendo bandas para abrir os nossos shows pela América. Claro que fiquei completamente atordoado com aquilo e sendo um baterista o que mais me chamou a atenção foi a performance de Bonham, principalmente em ‘Good Times Bad Times’, onde ele faz aquilo com o bumbo. Tempos depois, quando fui apresentado a Bonham ele me disse ‘roubei aquilo de você’, e eu respondi ‘mas eu não faço aquilo’ e ele rebateu ‘você fez sim em Ticket To Ride’. Eu não estava botando fé nesse papo até reouvir a minha performance nessa gravação e constatar que Bonham estava certo mesmo, mas havia levado aquilo ao extremo. Fiquei arrasado e contente ao mesmo tempo.

Felix Dennis (Oz Magazine – Março de 1969)
Muito ocasionalmente um novo álbum lançado desafia qualquer tipo de classificação e descrição. O ponto de convergência que este álbum aponta é tão nítido que somente o tempo irá colocá-lo em perspectiva. Foi assim com Bringing It All Back Home, de Dylan, com Younger Than Yesterday, dos Byrds, com Disraeli Gears, do Cream, com Are You Experienced? De Hendrix, com Sgt. Peppers e será também com esse disco de estréia do Zeppelin. Este álbum faz você se sentir bem. Ela faz você se sentir bem ao ouvir uma banda com muito a dizer. O Zeppelin tem a notável capacidade para dizer como se sentem e traduzem o que está em suas cabeças para a música. Bonham e Jones trabalham juntos, criando profundas e fluentes correntes de ritmo e Page novamente molesta as áreas mais vulneráveis de sua Telecaster. É bom ouvir Plant com seu feio e furioso vocal… Claro que, como resultado deste álbum, iremos perder o grupo para a América, e certamente a seção de cartas do Melody Maker vai estampar: ‘Seria Page melhor do que Deus?” – Em seguida, a BBC vai começar as negociações sobre um filme …

Esse artigo ficou de fora da pZ# 26 unicamente por falta de espaço…

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: