Browsville Station

No Brasil, o Browsville Station acabou ficando (mais) conhecido em meados dos anos 1980 graças à regravação do Mötley Crüe para a canção “Smokin’ In The Boys Room”, um hino rocker da década anterior. Falando em década anterior, foi nos anos setenta que dois ótimos álbuns da banda foram lançados por aqui, mas não venderam quase nada; são eles: School Punks (1974) e Motor City Connection (1975).
A grande sacada do trio era fazer uma música descompromissada e irreverente, o que acabou atraindo muitos DJs de rádios AM pela América. Isso, aliado as extensas tours do pessoal, ajudou bastante ao grupo cravar seu nome na história do rock. Como se isso não bastasse, eles ainda tinham um frontman único e divertido: Cub Koda, um guitarrista/vocalista com cara de nerd e que era também um jornalista/estudioso do rock em suas principais vertentes. Koda acreditava que o rock n’ roll era a forma mais eficaz e selvagem de entretenimento; não é a toa que entre os fãs da banda está um tal de Alice Cooper.

Fato: Os jornalistas da revista Creem chamavam o som criado pela banda como “Pizza Music”, o que não deixa de ser verdade, pois o rock praticado por Cub Koda e companhia era uma farra só; literalmente delicioso.

Ouça: Yeah (1973)

The Rationals

O único álbum homônimo do grupo, lançado pelo selo Crewe em 1969 é uma autêntica pérola escondida e hoje pode ser considerado uma pequena preciosidade. Nos anos 1990, tal trabalho foi relançado em CD pelo selo Flash 46 e trazia de lambuja 12 faixas bônus!
Originalmente um quarteto formado por Steve Correl (G/V), Bill Figg (Bt), Scott Morgan (V/G) e Terry Trabandt (Bx/V), os Rationals são certamente um dos melhores agrupamentos de Michigan. Antes do lançamento do único álbum eles chegaram a emplacar um modesto hit local, uma versão para “Respect” de Aretha Franklin, lançada em compacto por eles em 1966. Outra versão de destaque é a que eles fizeram para um som dos Kinks; “I Need You”, que está presente na caixa de quatro CDs Nuggets.

Fato: Apesar de terem lançado somente um único álbum, o maravilhoso The Rationals, em 1969, este grupo (não) ficou mais conhecido pelo grande número de compactos lançados enquanto estiveram em atividade. Foram nada menos que 15 lançamentos diferentes entre 1965 e 1969, com total destaque para o de Handbags And Gladrags, canção que ficou famosa na versão de Rod Stewart.

Ouça: The Rationals (1969)

SRC

O SRC é da primeira leva de bandas que fizeram parte da explosão do rock de Detroit, como MC5, Amboy Dukes e Stooges.
O grupo na verdade surgiu em Birmingham, onde começou como Tremelos e depois The Fugitives. Com este último nome lançaram quatro compactos por dois selos diferentes e ainda um elepê completo em 1965, chamado The Fugitives At Dave’s Hideout.
Em 1967 o grupo lançou mais dois compactos e já estava instalado em Detroit, com um novo nome, SRC, ou Scot Richard Case, uma alusão ao nome do vocalista e líder Scott Richardson.
O reflexo da nova fase vem com o lançamento da primeira bolacha no ano seguinte, batizada com o nome da banda, SRC. O destaque na época ficou para a canção “Black Sheep”, onde o órgão de Glen Quackenbush lembrava muito o de Ray Manzarek dos Doors em “Light My Fire”. Em 1972 o SRC virou Blue Scepter e lançou um avulso pelo selo Rare Earth.

Fato: “Black Sheep” agradou em cheio o lendário DJ britânico John Peel, responsável por criar uma boa imagem dos rapazes do velho continente. Na América, no entanto, tudo acabou para o SRC depois de mais dois LPs pelo selo Capitol.

Ouça: SRC (1968)

The Frost

Mais conhecida como “a banda de Dick Wagner”, o Frost foi um dos grupos que mais rapidamente chamou a atenção de público e crítica em Detroit devido a seus concorridíssimos concertos.
Wagner vinha do grupo The Bossmen, banda famosa nas rádios de Michigan cujo baixista era ninguém menos do que Mark Farner, futuro líder do Grand Funk Railroad.
Para a próxima década que se aproximava, Wagner resolveu apostar num som mais selvagem e pesado, nascia o Frost. Em 1970 a banda já tinha três álbuns lançados e era uma das “favoritas da casa” no famoso Grande Ballroom.

Fato: O experiente guitarrista Dick Wagner ajudou carreiras de gente importante como Alice Cooper, Lou Reed, Kiss, Aerosmith e Peter Garbriel, sendo por algum tempo o braço direito dos dois primeiros, tanto em estúdio como ao vivo. Wagner também liderou outra grande banda de Detroit dos anos setenta, o Ursa Major.

Ouça: Frost Music (1969)

Tony Mcphee (Groundhogs) – Faça a sua pergunta!

Participe da seção Perguntas e Respostas da poeira Zine!

São questões direcionadas a um determinado músico e dessa vez teremos TONY MCPHEE, guitarrista líder do lendário conjunto britânico GROUNDHOGS.

Agora o mais bacana de tudo é que vocês é que irão fazer as perguntas!

Basta enviar a sua pergunta para o email contato@poeirazine.com.br

As melhores questões serão encaminhadas para o músico e publicadas na próxima edição, com o devido crédito ao autor.

O prazo para envio das questões é até dia 26 de janeiro (próxima terça-feira).

Mãos a obra pessoal!

Tony Iommi prepara sua biografia!

Depois de Ozzy lançar a sua, agora é a vez do mestre dos riffs infernais, Tony Iommi preparar a sua biografia, (batizada como Iron Man) a ser lançada agora em 2010.

Falando em 2010, parece que este será um grande ano para os apreciadores do Black Sabbath, pelo menos no quesito “leitura”, já que Ronnie James Dio também está trabalhando em sua biografia e até David Donato, que cantou no Sabbath por alguns dias em 1984, está preparando também suas memórias, sob o nome hilário de “Don’t Call Me Donut”.

Sabbath é cultura…

Abaixo uma foto rara da banda com Donato…

Nova banda de apoio de Jeff Beck é anunciada!

Jeff Beck anunciou sua nova banda:

A tarimbada Rhonda Smith no baixo (ex- Prince, Little Richard, Beyonce e Justin Timberlake); o experiente ‘monstro’ Narada Michael Walden, que trabalhou com o próprio Beck nos anos 70 em álbuns como Wired (1976). E para os teclados, Beck manteve Jason Rebello, que já estava em sua banda anterior…

Eu particularmente prefiro a banda que vi ao vivo em junho passado, com Vinnie Colaiuta na batera e a grande Tal Wilkenfeld no baixo…

Com essa “nova” backing band, Beck faz duas apresentações com com Eric Clapton na O2 Arena londrina em 13/14 de fevereiro.

No segundo semestre rola tour completa dele pelo Reino Unido:

Oct. 15: Bournemouth BIC

Oct. 16: Brighton Centre

Oct. 17: Birmingham Symphony Hall

Oct. 20: Glasgow Clyde Auditorium

Oct. 21: Manchester Apollo

Oct. 22: Sheffield City Hall

Oct 24: Bristol Colston Hall

Oct. 25: Cardiff St. David’s Hall

Oct. 26: London Royal Albert Hall

Mais detalhes no www.jeffbeck.com

Valleys Of Neptune, o novo disco de Hendrix!

Valleys Of Neptune é o mais ‘novo’ álbum de Jimi Hendrix, a ser lançado no dia 8 de março!

Trata-se de material de estúdio inédito (12 faixas), registrado entre os anos de 1968 e 1970. Eddie Kramer esteve envolvido com a produção do álbum, que terá o seguinte tracklist:

‘Stone Free’
‘Valleys Of Neptune’
‘Bleeding Heart’
‘Hear My Train A Comin’’
‘Mr. Bad Luck’
‘Sunshine Of Your Love’
‘Lover Man’
‘Ships Passing Through The Night’
‘Fire’
‘Red House’
‘Lullaby For The Summer’
‘Crying Blue Rain’

Lembrando que sons mais manjados como ‘Fire’, ‘Redhouse’, ‘Hear My Train A Comin’ e ‘Stone Free’ pintam em versões diferentes…

Aproveitando, Hendrix é capa da edição mais recente da revista inglesa UNCUT.

Salve Jimi!

Estamos de volta!

Um excelente 2010 a todos os leitores da pZ!
Vamos em frente!
Nosso site já está em atividade novamente, e quase todas as edições da poeira Zine continuam disponíveis:
www.poeirazine.com.br

Férias!

ATENÇÃO: ESTAMOS DE FÉRIAS DO DIA 23/12/09 ATÉ O DIA 11/01/2010.

Feliz Natal e um grande 2010!

Leitores, assinantes, anunciantes, colaboradores e amigos; um ótimo Natal e um excelente 2010 para todos vocês que de certa forma fizeram parte de mais este ano de atividade dentro da história da poeira Zine. Muito obrigado pela companhia!

Tudo do melhor para todos vocês!

Bento Araujo
poeira Zine
www.poeirazine.com.br
Caixa Postal 12089 – CEP 02013-970 – São Paulo – SP – Brasil

A Volta do Argent!

Rod Argent garantiu a volta da lendária banda Argent. Ele e mais os três membros originais da banda se reunirão para uma apresentação no High Voltage Festival, na Inglaterra em 2010.

O tecladista e vocalista Rod Argent, o guitarrista Russ Ballard, o baixista Jim Rodford e o baterista Bob Henrit se reunirão pela primeira vez desde 1974.

“Quando pintou a idéia do High Voltage Festival, nós pensamos: ‘por que não?’. Para ser honesto, havia ocorrido discussões sobre fazermos algo do tipo”, declarou Argent.

Para mais informações sobre o grande evento, que ocorrerá no Victoria Park, em Londres, nos dias 24 e 25 de julho, clique aqui.

Você na Jamaica com o Gov´t Mule!

Gov´t Trip

Você que está pensando em fazer uma viagem, já imaginou embarcar em uma trip para a Jamaica junto com o Gov´t Mule? Não é brincadeira; está no site oficial da banda.

Com dinheiro no bolso e tempo livre, ao alcance de um click e um telefone para reservar sua passagem, você ainda pode entrar nessa.

Clique aqui para mais informações. Ainda dá tempo!

Novo material ao vivo de Hendrix em 2010!

Dois lançamentos de Jimi Hendrix estão programados para o começo do ano que vem, no dia 25 de janeiro.

Tanto em formato vinil como em cd, os fãs poderão conferir as apresentações do mestre no Paris L’Olympia Theatre em 29 de janeiro de 1969, e no Ottawa Capital Theatre em 19 março de 1968.

Mais uma gravação de um show de Hendrix no Olympia em 09 de outubro de 1967 está incluída no pacote. Tal apresentação foi ao ar em um programa de rádio francês, porém nunca havia sido lançada oficialmente.

Também faz parte do kit uma série de extras: capa de iPod, cartaz e conjunto de postais, crachás, palhetas e camiseta.

Black Widow trabalha novo material

Clive Jones, membro da lendária banda inglesa Black Widow, planeja trabalhar com o ex-vocalista do Black Sabbatg Tony Martin em um novo projeto.

Por enquanto, não há informações mais detalhadas sobre o assunto. Já o Black Widow está trabalhando em um novo álbum, intitulado Sleeping With Demons, programado para sair em 2010.

Será a primeira vez que Kay Garret estará presente em um álbum da banda desde 1969.

Para mais informações, clique aqui

Pré-venda da biografia de Glenn Hughes por £550!

“Devido à alta demanda, estamos dando aos fãs a oportunidade de pré-encomenda da edição deluxe da autobiografia de Glenn Hughes: ‘The Life, Near Death And Rebirth of A Rock Star: Deep Purple & Beyond.”

O trecho acima foi extraído do anúncio oficial do livro, que custa a bagatela de £550, incluindo postagem (ah bom…). Ou seja, algo em torno de R$ 1.600 (!!!)

Ainda segundo o site oficial do vocalista, cada exemplar “deluxe” do livro – do qual serão confeccionadas apenas 100 cópias, para começar – será envolvido em cetim branco, uma referência ao terno utilizado por Hughes no California Jam em 1974, e acompanhado de um LP de 10 polegadas prensado em vinil branco, autenticado com um holograma.

Todo o conjunto será acondicionado em um box artesanal, com um fac-símile laminado e numerado de um tourbook do artista e outras guloseimas.

“A entrega dos livros está planejada para o verão de 2010. Como um gesto de agradecimento por apoiar seu livro, comprando-o, todos que fizerem as pré-encomendas da edição deluxe receberão pelo correio uma nota pessoal de agradecimento assinada por Glenn em papel especial. E cada comprador também será convidado por Glenn para shows especiais na Europa e América do Norte, tendo a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente”, de acordo com o anúncio.

Para a revista Classic Rock, “faltam-nos palavras. Possivelmente, Hughes está tentando reaver os alguns dos milhões de dólares que gastou em drogas”.

Se estiver interessado em comprar, acesse o www.glennhughes.com. Talvez Deus tenha piedade de seu saldo bancário…

Essa semana Glenn Hughes se apresenta em SP, hoje com show acústico no Rhino Pub, e na quarta-feira, com show elétrico no Carioca Clube de Pinheiros.

por Lucas Mosca

Eric Clapton e Steve Winwood confirmam shows na Europa!

Conforme já havia sido adiantado pela revista Classic Rock, Eric Clapton e Steve Winwood finalmente confirmaram as datas da turnê européia.

Os formadores do lendário Blind Faith tocarão em três dias na Inglaterra e depois nos demais países do continente, como França, Alemanha, Holanda, Suécia, Áustria, Romênia, Turquia e Sérvia.

Para conferir todas as datas, incluindo as com Jeff Beck, clique aqui.

Em breve, filme sobre os Kinks!

Um filme sobre The Kinks está atualmente em produção. A princípio, a película irá se chamar “You Really Got Me”. O longa retrata, em particular, a história do relacionamento entre os irmãos Ray e Dave Davies.

O filme está sendo dirigido por Julien Temple (“The Great Rock’N´Roll Swindle”), que disse ao site Screen Daily: “(o filme vai) na veia do que é a extraordinária relação de amor e ódio entre esses dois irmãos: amor/ódio, rivalidade entre irmãos é o cerne”.

“Eu acho que há um elo social e cultural muito rico em torno do The Kinks. É a história não contada de todas as grandes bandas da década de 1960 “, complementou o diretor.

Humble Pie é capa da poeira Zine #28!

Atendendo a inúmeros pedidos, a poeira Zine traz em seu último número de 2009 uma matéria especial de 12 páginas sobre o grupo formado por Steve Marriott, Peter Frampton e companhia: o lendário Humble Pie.

Nessa reportagem de capa dedicada à banda inglesa, você mergulhará na biografia completa do conjunto, suas fases, discografia comentada, curiosidades, etc…

Confira também na pZ #28: entrevista exclusiva com Leo Lyons, do Ten Years After, na qual ele responde as perguntas dos leitores e adianta informações em primeira mão; a trajetória do Ave Sangria, os heróis do glam rock do cangaço, incluindo depoimentos inéditos do vocalista Marco Polo Guimarães; a emocionante saga do líder do Quicksilver Messenger Service, dono da guitarra mais ácida da cena de São Francisco; um texto imperdível sobre os mestres do rock progressivo sueco, o Trettioariga Kriget, acompanhado de entrevista com Stefan Fredin; e a curiosa epopéia do primeiro disco pirata da história do rock, The Great White Wonder, do Bob Dylan.

Para completar o ano quebrando tudo, a pZ#28 ainda traz: The Sensational Alex Harvey Band, Marvin Gaye, The Standells, Bowie, Hank Williams, A Bolha, The Stooges, Roger Waters, Judy Henske & Jerry Yester e – conforme prometido na edição anterior – uma homenagem especial a Dickie Peterson, do Blue Cheer.

Clique aqui para comprar seu exemplar.

Bad Company de volta à estrada e com um possível novo álbum a caminho!

Conforme reportado recentemente à mídia, o Bad Company fará com boa parte de sua formação clássica a primeira turnê inglesa em mais de três décadas. No palco, estarão o vocalista Paul Rodgers, o guitarrista Mick Ralphs e o baterista Simon Kirke, além do baixista Lynn Sorensen (substituindo Boz Burrell, morto em 2006). Como convidado especial desta turnê, estará o Joe Perry Project.

“É muito bom estar novamente com Paul e Simon. Nós fizemos boa música em conjunto e passamos o maior tempo de nossas vidas fazendo isso. Estou reamente ansioso para esta tour do Bad Company no Reino Unido”, disse Ralphs.

Numa coletiva de imprensa realizada no dia 17/11, no Hard Rock Café em Londres, na qual tocaram “Feel Like Makin’ Love”, “Shooting Star”, “Seagull e “Do Right By Your Woman” em formato acústico, Rodgers garantiu também a presença da banda em 10 datas nos EUA e que “compõe material o tempo todo” para um possível novo disco de estúdio do grupo.

Para conferir a entrevista na intégra, clique aqui.

Histórias Perdidas do Rock Brasileiro – Vol 1

Histrias Perdidas Capa A

“É comum se pensar no rock brasileiro apenas a partir dos anos 1980, com o surgimento e a afirmação das bandas como Blitz, Paralamas, Legião, Titãs e tantas outras. (…) Fala-se também de Jovem Guarda, Mutantes, Secos e Molhados e pouco, muito pouco mais. Mas, paralelamente à Jovem Guarda e mesmo antes, os bravos guerreiros do rock já empunhavam suas guitarras”.

O trecho acima foi extraído da orelha do novo livro do escritor Nélio Rodrigues, intitulado “Histórias Perdidas do Rock Brasileiro – Vol 1″, que se propõe a destrinchar o período dos anos 60 e 70 do rock brazuca, resgantando muitas bandas do undreground que não ganharam os holofotes da grande mídia, mas que, segundo o jornalista Ricardo Schott, “ajudaram a pavimentar alguns dos primeiros cenários subterrâneos do rock nacional”.

“Foram bandas como Bubbles e Analfabitles que criaram a noção de um som da pesada mesmo, com a aparelhagem na frente do palco, impondo respeito”, descreve Rodrigues – que também é o autor de “Os Rolling Stones no Brasil” e coautor de “Sexo, drogas e Rolling Stones”, com o jornalista José Emílio Rondeau.

Além dos Analfabitles e dos Bubbles, recheam as 130 páginas do livro grupos como Os Selvagens, Faia, Equipe Mercado, Karma, Módulo 1000, Os Incríveis, etc.

Já dizia o historiador que para compreender o presente é preciso olhar o passado. E Rodrigues, que é biólogo de formação, neste seu novo trabalho faz isso como poucos pesquisadores da cena roqueira do país. Se você acha que o verdadeiro rock só surgiu nos anos 80, é porque ainda não leu o livro comentando nestas linhas.

Nas palavras de Rodrigues: “O rock só virou fenômeno de massa no Brasil nos anos 80. Antes era vida de guerreiro”.

Mais detalhes aqui.

Leia abaixo uma entrevista com Nélio Rodrigues, o autor do livro:

pZ – Nelio, conte pra gente o que seria “as histórias perdidas” do rock brasileiro…e como surgiu a idéia de lançar esse livro…

NR – Na verdade, reuni algumas histórias de bandas obscuras ou pouco conhecidas dos anos 60 e 70, sobretudo do Rio. Acho que o que se conhece do rock brasileiro dos anos 60 e 70 é apenas a parte mais evidente, aquela que inclui a jovem guarda e nomes como Raul Seixas, Rita Lee, Easmo Carlos e Secos e Molhados, de modo geral. O que aconteceu além disso não chegou nas páginas dos livros ainda. Nem seus personagens, muitos deles injustamente esquecidos. O pouco que existe por aí está cheio de erros. Recuperar esse legado histórico pouco conhecido me parece essencial.

pZ – Foi difícil de localizar os integrantes dessas bandas esquecidas da nossa cena? Qual desses textos te deixou mais orgulhoso?

NR – Nem tanto. Alguns desses nomes ainda estão por aí, não com suas bandas originais. O que me deixou mais feliz foi ver a alegria com que alguns desses roqueiros, ao puxar pela memória, traziam à tona suas próprias histórias. E ver que contribuiram de alguma forma com a evolução do rock no Brasil. Agora, uma das histórias que mais me toca é a de Jorge Amiden, um talento que ajudou a fundar o Terço e o Karma, mas que foi derrotado pela doença.

pZ – Você foi/é colaborador do site Senhor F e lá conquistou vários seguidores… Qual a importância do site Senhor F no cenário do rock nacional? Os textos desse seu novo livro foram publicados anteriormente no site?

NR – Fernando Rosa foi um dos primeiros a abrir espaço na web para esse universo pouco conhecido do rock brasileiro dos anos 60 e 70. E atraiu a atenção até de colecionadores internacionais, que através de Fernando reeditaram, na Europa, pérolas totalmente obscuras do rock brasileiro, como o álbum do grupo Spectrum, de Friburgo. Sim, os textos foram publicados anteriormente na revista eletronica Senhor F. Aliás, alguns deles também apareceram nas páginas da Poeira Zine, onde aliás, continuo, de tempos em tempos, resgatando “histórias perdidas do rock brasileiro”. Mas foram todos revistos e atualizados.

pZ – Esse é o volume 1, pra quando está previsto o segundo volume? Você já pode adiantar algumas bandas que estarão nele?

NR – Faz tempo estou escrevendo um livro no qual conta as histórias de oito bandas do underground carioca, como A Bolha, Equipe Mercado e Módulo 1000, entre outras. Mas ainda há muito o que contar e já tenho uma razoavel lista de bandas para pesquisar e incluir no volume 2. Os Aranhas é uma delas.

pZ – Das bandas abordadas no livro, a maioria é do RJ. Nesse caso a localização do autor teve influência direta nisso? Você pretende falar de bandas obscuras de outros estados no próximo volume?

NR – Moro no Rio, vi algumas dessas bandas dos anos 60 e 70 ao vivo. Trata-se, portanto, de um cenário com o qual tenho mais intimidade. Mas isso não exclui meu desejo de falar de bandas muito boas de São Paulo, do Rio Grande do Sul e de outras regiôes do Brasil.

pZ – Para quem quiser adquirir o seu livro, qual o procedimento?

NR – O fato de ter sido publicado por uma editora pequena dificulta a distribuição do livro. Em todo caso, quem quiser adquirir um exemplar, pode entrar em contato comigo através do e-mail lneliorod@yahoo.com.br

No ar, poeiraCast #28!

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, traz em sua 28ª edição um especial sobre a banda mais quente de 2009, o AC/DC.

Nesse programa você confere um especial sobre todas as passagens dos irmãos Young e companhia pelo Brasil, os preparativos para o show desta semana e muito mais!

Participação especial do repórter de música da revista Veja, Sérgio Martins.

Clique aqui e High Voltage Rock n’ Roll!

Ganhadores da promoção “poeira zine AC/DC”

Livro Highway to Hell: The Life and Death of AC/DC Legend Bon Scott!
Luis Porto

Camisetas Googly-Moogly AC/DC
Renato Ferreira
Marciano Maraschin
Marcus Vinicius Cordeiro da Silva

Assinaturas da poeira Zine
Renato Azevedo
Jéssica Santos Cetinich

Revistas poeira Zine especial AC/DC
Luis Alberto Carvalho
Leandro Ramos Jordão
João Taconelli
Carlos Augusto Fernandes
Jeferson Lelis de Freitas
Eduardo Felipe Matter
Pedro Pasquotto Coffi
Pedro Godoy
Melissa Imai Ficht
Vinicius Sete
Adriano Magalheãs Machado
Jaisson Limeira
Valdriano César dos Santos
Bruno Monte
Fábio de Almeida Faller

TOP 15 sons do AC/DC escolhidos pelos leitores da pZ!

1 – Highway To Hell
2 – Back In Black
3 – Whole Lotta Rosie
4 – Thunderstruck
5 – You Shook Me All Night Long
6 – Let There Be Rock
7 – Jailbreak
8 – Sin City
9 – Dirty Deeds Done Dirt Cheap
10 – It’s A Long Way To The Top (If You Wanna R n’ R)
11- Hells Bells
12 – For Those About To Rock (We Salute You)
13 – Problem Child
14 – Touch Too Much
15 – Rock n’ Roll Ain’t Noise Pollution

Esse Top que você escolheu está na edição especial # 2 da poeira Zine, totalmente dedicada ao AC/DC, com comentários de astros como Ronnie James Dio, Satriani, Joe Perry, Glenn Hughes, Rob Halford, Rik Emmett, etc…
Para mais detalhes acesse o www.poeirazine.com.br

‘Supergrupo’ com Eric Clapton, Jimmy Page, Joe Perry e Brad Whitforfd a caminho?

Do Bravewords.com:

Enquanto ninguém sabe direito o que está acontecendo com o Aerosmith, os guitarristas da banda, Joe Perry e Brad Whitford, aparentemente estão se mantendo ocupados, e em boa companhia.

Os astros Eric Clapton e Jimmy Page estão junto com eles gravando com o renomado engenheiro de som Kevin Shirley, o produtor dos “itens mais recentes” do Led Zeppelin.

De acordo com Shirley, os músicos estão gravando as partes de guitarra e “muitas outras”. E complementa: “são alguns projetos de alto nível sobre os quais eu tenho de guardar segredo”.

Escrevendo de Malibu em seu diário on-line de 23/11, ele disse que, “desde janeiro, estaria produzindo o que tem a promessa de ser um dos mais emocionantes ’supergrupos’ depois de um longo tempo”.

Vamos aguardar…

Revista poeira Zine lança número especial sobre o AC/DC!

A poeira Zine, publicação especializada no melhor da música do melhor dos tempos, no próximo dia 23/11 (segunda-feira) lançará seu segundo número especial: uma edição inteiramente dedicada ao AC/DC, que se apresentará neste mês no Brasil!

Nessa edição você fica por dentro dos primeiros dias da banda
(1973-1975), as primeiras apresentações do grupo pela Inglaterra (1976), a turnê em que o AC/DC roubou o show do Rainbow de Ritchie Blackmore (1976), a primeira passagem do quinteto pelos Estados Unidos (1977), os 30 anos da morte de Bon Scott – em uma matéria que retrata os seus últimos dias – e as gravações de Back in Black, o disco de rock mais vendido do mundo!

Para completar esta super edição, você ainda confere: os 10 melhores shows da história do grupo (e também os 10 piores), as passagens anteriores da banda pelo Brasil, no Rock In Rio (1985) e na turnê do álbum Ballbreaker, em 1996; comentários detalhados dos principais álbuns, com curiosidades sobre as gravações, ficha técnica completa, detalhes sobre as capas, versões australianas dos álbuns e trechos de resenhas que foram publicadas na época; as 15 melhores canções da banda escolhidas pelos leitores da poeira Zine, e comentadas por nomes como Ronnie James Dio, Alice Cooper, Joe Perry, Glenn Hughes, Billy Gibbons, Rob Halford, Joe Satriani, Steve Morse e muitos
outros…

Além do conteúdo citado acima, a revista traz uma resenha do show no Wembley Stadium em junho de 2009 – a poeira Zine foi até Londres para assistir um show da Black Ice World Tour e adiantar tudo para você!

Vale lembrar que essa edição de colecionador é limitada. Então corra para e garanta já a sua!

Faça a sua pergunta para Leo Lyons do Ten Years After!

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Participe da seção Perguntas e Respostas da poeira Zine!

São questões direcionadas a um determinado músico e dessa vez teremos LEO LYONS, lendário baixista do TEN YEARS AFTER.

Agora o mais bacana de tudo é que vocês é que irão fazer as perguntas!

Basta enviar a sua pergunta para o email contato@poeirazine.com.br

As melhores questões serão encaminhadas para o músico e publicadas na próxima edição, com o devido crédito ao autor.

O prazo para envio das questões é até 20 de novembro (próxima sexta feira).

Mãos a obra pessoal!

Quem quiser saber mais sobre o que baixista anda aprontando: www.leolyons.org

Cracker Blues ao vivo!

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Membros do King Crimson se reúnem em Londres!

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A história do rock progressivo foi revisitada na noite de 6 de outubro passada, quando sete membros das primeiras encarnações do King Crimson se reuniram no Air Studios, no norte de Londres, para uma audição das recentes edições em 5.1 surround de In The Court Of The Crimson King, Lizard e Red, lançadas pelo selo Panegryic.

O encontro contou com Michael Giles, Pete Sinfield, Bill Bruford, David Cross, Robert Fripp, John Wetton and Mel Collins (ver foto acima).

O restante do catálago da banda estará disponível também nesse formato ao longo de 2010.

Para mais informações, clique aqui.

Paul Rodgers volta aos palcos e com Simon Kirke!

Paul Rodgers

O lendário cantor Paul Rodgers encerrou o Classic Week Of Gigs em estilo sensacional no Hammersmith Apollo, em Londres, no último dia 6 de novembro.

Além de ter sido um momento único para comemorar seu prêmio Classic Rock Songwriter no Classic Rock Roll Of Honour, no último dia 2 de novembro, essa foi também uma oportunidade para o célebre vocalista nos lembrar por que ele ganhou essa gratificação.

Com a abertura de “Walk In My Shadow”, a primeira surpresa é que o ex-Free e Bad Company Simon Kirke (que integrou a formação original de ambos os grupos) agora ocupa a bateria – tornando uma boa banda (como pode ser constatado no CD e DVD Live In Glasgow) em umas das melhores. Os outros membros do conjunto acompanham a pegada consistente de Kirke, como o ex-guitarrista do Heart, Howard Leese, que reproduz com propriedade e sentimento as passagens criadas por Paul Kossoff.

Mas esta é a noite de Rodgers, em cada canção brilhante que ele proporciona, como no caso da clássica “Soon I Will Be Gone” do Free, pela primeria vez tocada ao vivo.

Há gritos de uma leva de garotas quando ele introduz a canção “Voodoo” (Queen + Paul Rodgers), mas os caras estão mais impressionados com a intro de “Run With The Pack”, que a segue. O próximo clássico ficou por conta de “Wishing Well”.

Em “Be My Friend”, Deborah Bonham divide os vocais com Paul. Logo após, uma trinca memorável: “Rock And Roll Fantasy”, “Shooting Star” e “All Right Now”, encerrando o set, que durou cerca de 60 minutos.

Após o encore, de três músicas (incluindo “Can’t Get Enough”), as luzes começam a indicar o final do espetáculo, mas a multidão se recusa a sair. E, por isso, os amplificadores são ligados novamente e a banda volta para tocar “The Hunter”.

Uma noite especial protagonizada por um talento muito especial – que voltou ao palco para dizer: “Nós retornaremos. Vejo-os em abril!”

* A resenha acima é uma tradução livre do texto escrito por Neil Jeffries para o site da revista inglesa Classic Rock.

Rik Emmett comenta possível reunião do TRIUMPH!

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O vocalista, guitarrista e membro fundador da banda canadense Triumph, Rik Emmett, anunciou uma possível volta do grupo em entrevista ao site backstageaxxess.com.

A conversa de Emmett com a jornalista Tracey Lukasik foi ao ar no dia 09 de novembro, em vídeo disponibilizado pelo site.

Para conferir as três partes desse interessante bate papo, clique aqui.

No ar, poeiraCast #27!

Gimme Shelter

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, traz em sua 27ª edição um especial sobre os 40 anos da tragédia do festival de Altamont: Stones, Hell Angels, bandas de abertura, detalhes bizarros, mitos, esclarecimentos, curiosidades etc…

No segundo bloco, confira a história dos programas musicais da TV no Brasil e no mundo.

Participação especial do repórter de música da revista Veja, Sérgio Martins.

Para ouvir o poeiraCast, clique aqui.

E para assinar o poeiraCast pelo iTunes, clique aqui.

Chega ao mercado novo boxset dos Doors!

The Doors

A indústria fonográfica não está poupando o apetite (muito menos o bolso) dos fãs da boa música: a cada mês, pinta um lançamento imperdível na praça. Temos como alguns dos muitos exemplos a caixa de Neil Young (Archives Vol. 1), o box em formato amplificador do AC/DC (Backtracks), e a discografia remasterizada dos Beatles, nos formatos mono e estéreo. Haja grana!

Para dar sequência a essa avalanche de novidades, hoje chega às lojas o novo box do The Doors, Live in New York, recheado com seis discos. O material abrange as quatro apresentações da banda na “Big Apple”, no Felt Forum, em 17 e 18 de janeiro de 1970 – todas elas na íntegra.

O local das apresentações foi uma preferência do grupo, pois o Felt Forum “tinha uma acústica muito melhor, porque foi projetado para a música”. A comparação feita por John Densmore era com o Madison Square Garden, onde ele mais Robby Krieger, Ray Manzarek e Jim Morrison já haviam tocado anos antes.

A caixa será lançada pelo selo Rhino, com o preço estimado em aproximadamente 90 dólares.

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Colecionador coloca à venda cópia ultra rara de clássico dos Beatles!

Beatles

por Peter Lindblad, do site da revista Goldmine:

Havia algo estranho sobre a cópia pertencente a John Tefteller de Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, que eu estava olhando.

Os caras eram diferentes. Onde John, Paul, George e Ringo deveriam estar, outros ‘figuras’ tomaram seus lugares.

“À primeira vista, pensei: ‘Ok, este é um Sgt. Pepper LP padrão, mas – ‘hey, espere um minuto, ele ainda está selado. Não está aberto ‘”, diz Tefteller, dono do John Tefteller´s World´s Rarest’s Records. “E então, eu olhei mais de perto… ‘Espere um minuto, eu disse. Não há nenhum Beatle aqui. Quem são essas pessoas?’”

Essas pessoas da capa trabalhavam para a Capitol Records, e Tefteller estava prestes a descobrir esta versão rara de Sgt. Peppers. Na verdade, pode ser um dos mais raros LPs dos Fab Four de todos os tempos e, até o momento, ele está negociando sua venda para um colecionador dos Beatles, Stan “The Beatleman” Panenka.

Continue lendo a história clicando aqui.

Promoção “AC/DC poeira Zine” – Participe!

Participe da Promoção High Voltage Rock n’ Roll, da revista poeira Zine em parceria do site AC/DC Brasil e das camisetas Googly Moogly!

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Ajude a gente escolher os melhores sons do AC/DC de todos os tempos!

A revista poeira Zine irá lançar agora em novembro uma edição inteiramente dedicada ao AC/DC. E você não pode ficar de fora dessa festa!

Basta você enviar para o e-mail news@poeirazine.com.br as suas 10 canções preferidas da banda. O resultado dessa votação será publicado na edição especial poeira Zine AC/DC, e receberá comentários de grandes nomes da história do rock…

Participando da promoção você terá a chance de ganhar revistas especiais poeira Zine-AC/DC, assinaturas da poeira Zine, camisetas do AC/DC e o livro raro Highway to Hell: The Life and Death of AC/DC Legend Bon Scott!

Fique atento, pois a edição especial poeira Zine-AC/DC será lançada no dia 20 de novembro!

Atenção, essa promoção é válida até o dia 05 de novembro.

Mais detalhes nos sites:
www.poeirazine.com.br
www.acdcbrasil.net
www.googly-moogly.com.br

No ar, poeiraCast #26!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, em sua 26ª edição aborda as origens dos nomes das bandas: Abba, Ramones, Lynyrd Skynyrd etc…

Confira também, no segundo bloco deste programa, uma discussão sobre os 30 anos de London Calling, do The Clash.

Para ouvir o poeiraCast, clique aqui.

E para assinar o poeiraCast pelo iTunes, clique aqui.

Procol Harum é capa da poeira Zine #27!

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A poeira Zine, publicação que cobre o melhor da música do melhor dos tempos, traz em sua nova edição uma matéria especial sobre os pais do rock progressivo, o Procol Harum.

Confira nessa matéria, de 12 páginas, a ascensão e a queda de uma das maiores bandas dos anos 60 e 70: histórias, discos comentados, curiosidades e fotos inéditas de Gary Brooker, Robin Trower e companhia.

O número 27 da pZ ainda traz uma matéria caprichada sobre o grupo Country Joe & The Fish; a “Colméia Progressiva” do Nektar, que conta com entrevista exclusiva com o líder Roye Albrighton; o garoto prodígio Shuggie Otis, na seção pZ Hero; e um pouco da história de Luiza Maria, no Arquivo Verde Amarelo.

E não para por aí: Pet Agnew, o baixista do Nazareth, falou com exclusividade à revista. Nesta entrevista, Agnew contou sobre suas impressões acerca do Brasil, a passagem mais emocionante da banda pelo país, a perda do batera Darrel Sweet, a participação de Roger Glover na história do grupo e como eles escaparam do acidente que vitimou integrantes do Lynyrd Skynyrd em 1977.

Fique por dentro também da saga do Power of Zeus, a poderosa banda americana de 1970 que foi contratada pela Motown; saboreie os detalhes da capa de We´re Only In It For The Money, do Mothers of Invention; e saiba como foi a gestação de “Time Of The Season”, dos Zombies.

Para comprar seu exemplar, clique aqui.

Blue Öyster Cult – Tyranny and Mutation

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Bad Company (1974)

Se o AOR teve um pontapé inicial esse foi dado pelos ingleses do Bad Company. O super-grupo formado por Paul Rodgers e Simon Kirke (Free), Mick Ralphs (Mott The Hoople) e Boz Burrel (King Crimson) foi o primeiro a dar ao publico norte-americano o que ele queria: um disco que pudesse ser tocado na íntegra no rádio, ou seja, qualquer música do trabalho de estréia da banda tinha cara de hit.

Sacando o potencial da rapazeada, Jimmy Page e Peter Grant “fisgaram” o Bad Company para a Swan Song Records, selo de propriedade do Led Zeppelin que estava adentrando no mercado fonográfico (o Bad Company foi a primeira contratação do selo).

O disco pode ser considerado uma das melhores estréias da história do Rock. Em pouco mais de meia hora, trazia um som simples, porém refinado e de extremo bom gosto.

Surgiu numa época de produções megalomaníacas em que bandas como Yes e EL&P estavam na crista da onda. O Bad Company apostava na simplicidade e na competência de seus músicos. Até a capa era uma volta às raízes, apenas o logo da banda numa tipografia imitando couro, contrastando com um fundo negro. Idéia depois aproveitada por Jeff Beck em There and Back e pelo AC/DC em Back In Black, ambos lançados em 1980.

“Can’t Get Enough” chegou ao primeiro posto da parada, levando o Bad Company a excursionar diversas vezes “coast to coast”, num verdadeiro desbravamento roqueiro pelos estádios e arenas dos EUA.

Os genuínos rocks “Rock Steady”, “Movin’ On”, “Bad Company” desfilam ao lado das baladas “Ready For Love” (uma pequena obra prima de Ralphs lançada antes pelo Mott mas sem o mesmo impacto), “Don’t Let Me Down”, “The Way I Choose” e “Seagull”.

Paul Rodgers prova nesse álbum ser mesmo uma das melhores vozes do Rock, esbanjando uma classe poucas vezes vista no estilo; servindo fácil de ídolo para qualquer vocalista AOR que surgisse a partir daquele momento. Não é a toa que o Bad Company ainda lançaria muitos hits do estilo como “Feel Like Making Love”, “Shooting Star”, “Running With The Pack”, “Rock N’ Roll Fantasy”, etc.

Engraçado como esse álbum quase nunca aparece nas listas dos “melhores do Rock”, principalmente das publicações brasileiras.

Se o Punk Rock tivesse sido inspirado na simplicidade dos três acordes do Bad Company ao invés dos três acordes de certas bandas, talvez nossa cena musical atual fosse levemente mais agradável…

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 9.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

Carl Palmer: ‘Keith Emerson tem um ego do tamanho de Wembley!

ELP

A revista Classic Rock reporta que Emerson, Lake & Palmer planejam uma turnê neste mês, porém problemas com a mão de Keith Emerson deram “uma gelada” nos planos de reunião.

Já que Emerson é incapaz de realizar um espetáculo longo – “não mais que 45 minutos” -, Palmer sugeriu ao tecladista fazer uma participação junto com o Asia (!).

Segundo Palmer, seria uma situação em que Emerson poderia tocar. “Mas eu não sei se Emerson aceitaria, já que ele tem um ego do tamanho do estádio de Wembley”, disse o baterista.

Clique aqui para ler trechos da entrevista concedida a Rob Hughes

No ar, poeiraCast #25!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, em sua 25ª edição dá uma geral na carreira do GENESIS, um dos nomes mais respeitados do rock progressivo.

Confira também neste programa os detalhes sobre a nova caixa da gravadora Rhino, com a cena de garagem de Los Angeles dos anos 60…

Para ouvir o poeiraCast, clique aqui.

E Para assinar o poeiraCast pelo iTunes, clique aqui.

Mais de 1.000 shows disponíveis para download!

G.D

A companhia Wolfgang´s Vault, que detêm uma vasta coleção de gravações ao vivo, está para colocar mais de 1.000 delas para download.

No dia 03 de novembro, shows de 919 artistas estarão disponíveis para ser baixados em uma seção do site Concert Vault. Entre as bandas, estão: Lynyrd Skynyrd, Jethro Tull, Journey, Jefferson Airplane, Santana, Janis Joplin – e mais de 160 concertos do Grateful Dead!

De acordo com o fundador da empresa e CEO Bill Sagan, “esse é o resultado de uma negociação com artistas e gravadoras que não apenas reconhecem nossa posse do material, mas nos dá o direito de explorá-los comercialmente”.

Para mais informações, clique aqui.

O que Zappa tinha a dizer sobre o Grand Funk…e vice versa…

grandfunkzappa

Zappa produziu o disco Good Singin’ Good Playin’ do Grand Funk Railroad… Mas o que ele saiu dizendo por aí a respeito dessa parceria?

“Eu confesso que nunca tinha ouvido nada deles…só lia muitas críticas desfavoráveis nas revistas…Nos encontramos e cheguei a conclusão: que caras legais! Cantam bem e tocam bem (nota: dessa declaração de Zappa saiu o nome do álbum)”
(Creem – setembro de 1976)

“Foi realmente agradável produzir esses caras! Sempre que me relacionei com outras bandas nunca consegui criar um vínculo de amizade como o que tive com o pessoal do Grand Funk. Na maioria das vezes, as bandas famosas se levam muito a sério e não são nada interessantes…
Pra mim foi uma surpresa conhecer alguém do rock n’ roll que realmente é bacana. Eles possuem um ótimo senso de humor. Eles peidam entre eles e brincam de estilingue, ou seja, são caras com quem me identifico. Outro lance importante que temos em comum é o fato da crítica sempre publicar merda sobre nós. Eu também sempre passo por isso, então pode ter certeza que estarei sempre do lado deles…”
(Creem – setembro de 1976)
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“Eu toquei no disco Heaven & Hell”, afirma Craig Gruber

B.S H&H

O baixista da formação original do Rainbow e do ELF, Craig Gruber, conversou com a revista inglesa Classic Rock sobre seu papel no clássico trabalho do Black Sabbath Heaven & Hell.

“Eu toquei todas as linhas de baixo naquele disco, inclusive participei nas letras de algumas composições e trouxe “Die Young”. Eles me encaixaram quando o Geezer Butler saiu, e eu passei seis meses trabalhando com o grupo no álbum. Mas, quando Geezer ligou para a banda e disse que ele gostaria de retornar ao posto, eu o incentivei – eu senti que o Sabbath estaria melhor com os três membros originais juntos novamente”, declarou Gruber.

“No entanto, fiquei muito decepcionado quando Heaven & Hell saiu sem meu nome ter aparecido em nenhum lugar do disco, apesar de eles terem mantido todas as partes de baixo e canções nas quais estive envolvido. Mas chegamos a um acordo financeiro adequado, e ficamos numa boa desde então. Eles eram, e ainda são, grandes pessoas e grandes músicos.”

Gruber revelou ainda que há movimentos para uma reunião do saudoso Elf: “Eu, Dio e o guitarrista David ‘Rock’ Feinstein estamos numa séria discussão sobre o retorno da banda. Mickey Lee Soule estaria de volta nos teclados, mas todos nós precisaríamos encontrar alguém para assumir o lugar de baterista deixado por Gary Driscoll (morto em 1987)”, complementou o músico.

Editor da pZ é destaque no site Loucos por Coleções!

loucos

Galera, saiu uma matéria comigo no site “Loucos por Coleções”, da editora Abril.

Eis abaixo alguns trechos:

““Minhas aventuras no incrível universo colecionável começaram em 1984, quando tinha apenas 7 anos. Estava para acontecer a primeira edição do Rock In Rio, e eu tinha caído de amores pela banda alemã Scorpions. O clip da música Rock You Like A Hurricane passava direto na TV. Guardei a grana da mesada para comprar o LP deles. O mais engraçado é que eu era tímido e por isso pedi para a minha mãe cantarolar a música para o vendedor, que usava uma roupa de caubói supercafona, já que a loja se chamava Dallas!”

“Desde então, não parei mais. Tenho amigos que me trazem preciosidades do Japão e de todos os cantos do mundo. E, hoje, a internet também ajuda o colecionador de LPs a encontrar raridades, como alguns compactos.”

“Também sou viciado em revistas antigas, principalmente as de música. Tenho todas as raríssimas edições brasileiras da Rolling Stone lançadas em 1972. Também a Rock História & Glória/Jornal de Música, Bondinho, Flores do Mal, Pop, Canja, Intervalo e outras… Na minha coleção, também tenho revistas americanas, como Circus e Hit Parade.”

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Mott The Hoople: Verden Allen fala sobre a situação de Dale Griffin e continuidade da banda

Moot

O tecladista do saudoso Mott the Hoople falou com exclusividade à revista inglesa Classic Rock sobre a atual situação do baterista do grupo, Dale ‘Buffin” Griffin, que não se apresentou com o Mott em Monmouth, nos últimos dias 25 e 26 de setembro.

Segundo Allen, dessa vez o problema não tem relação com a saúde de ‘Buffin”, que nos últimos anos tem passado por diversos problemas. “O que aconteceu é que ele teve sangramentos no nariz e foi internado no hospital. Mas ele já teve alta, felizmente, e estará conosco em todas as próximas datas em Londres, porém somente durante os encores. Nós temos que ter cuidado com sua saúde… mas isso não seria o mesmo que não tê-lo conosco pelos menos fazendo algum tipo de aparição”, esclareceu o músico.

Para cobrir o buraco na formação, Allen concovou um velho amigo de estrada, Martin Chambers. “Quando saí do Mott The Hoople, tocamos juntos numa banda chamada Cheeks. Ele (Chambers) é um baterista muito mais poderoso que ‘Buffin”, mas para ele tocar no Mott The Hoople é apenas um sonho que virou realidade”, declarou o tecladista. “Ian Hunter sugeriu o que o convidássemos quando ‘Buffin” estiver ausente”, complementou.

Sobre a continuidade da banda e novas trabalhos após os shows de reunião, Allen não descartou a possibilidade: “Ninguém tem certeza sobre isso no momento. Todos nós temos outros compromissos. Mas, felizmente, nossos ensaios estão indo tão bem que queremos fazer algo mais. Mas temos de ser comedidos. Talvez algumas datas por ano, não mais. Isso é possível, mas precisamos discutir novamente a respeito”.

poeiraCast #24 no ar!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, traz em sua 24ª edição uma discussão sobre a cena rock no Brasil com a participação do guitarrista Xando Zupo, da banda PEDRA.

No segundo bloco, uma geral numa banda subestimada dos anos 70, o PATTO…

Para ouvir o poeiraCast, clique aqui!

Para assinar o poeiraCast pelo iTunes, clique aqui.

AC/DC divulga detalhes sobre seu Box Set ‘Amplificador’

ACDC ampli

No próximo dia 10 de novembro, os fãs do AC/DC já poderão adquirir o novo box set a ser lançado pela banda. Backtracks, como reportado pela revista inglesa Classic Rock, será “dobrável” no estilo amplificador, permitindo que as músicas sejam ouvidas através da caixa, de um watt de potência. O box também funcionará como um amplificador de verdade, então você poderá tocar guitarra “por cima” dos sons do AC/DC…

Limitada em 50.000 cópias e disponível apenas para compra através de um site criado pela banda (abaixo segue o endereço da página), o box será composto de três CDs, dois DVDs e um LP. O primeiro disco contará com faixas raras da carreira do grupo: lados B de singles, canções que pintaram em trilhas sonoras e nos lançamentos australianos da banda. Os outros dois CDs virão com gravações raras ao vivo, registradas ao longo dos anos.

O primeiro DVD é um complemento para a série Family Jewels, com mais clipes promocionais e faixas ao vivo. O outro DVD tem um show completo no Circus Krone, em Munique, em 2003. O LP trará algumas das raridades de estúdio contidas também no CD1.

Além disso, o box ainda contará com um mega e luxuoso book de 164 páginas e um envelope repleto de memorabilias; um botom com a inscrição “I Do It For Ac/DC”, o primeiro item de merchandise da banda; o flyer de “Lock Up Your Daughters” de 1976, a ficha completa de gravação de “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, um pôster da “Let There Be Rock European Tour ‘77″, um dólar australiano Money Talks, três litografias de fotos nunca antes vistas do grupo no Alberts Studio em 1977, palheta com o logotipo do conjunto e uma réplica da tatuagem do papagaio de Bon Scott.

A belezinha custará cerca de R$840, isso sem contar o frete…

Confira abaixo o conteúdo do material:

CD 1: STUDIO RARITIES

1. High Voltage (Original Australian Release)

2. Stick Around

3. Love Song

4. It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N’ Roll) (Original Australian Release)

5. Rocker (Original Australian Release)

6. Fling Thing

7. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (Original Australian Release)

8. Ain’t No Fun (Waiting Around To Be A Millionare) (Original Australian Release)

9. R.I.P. (Rock In Peace)

10. Carry Me Home

11. Crabsody In Blue

12. Cold Hearted Man

13. Who Made Who – 12″ extended mix

14. Snake Eye

15. Borrowed Time

16. Down On The Borderline

17.Big Gun

18. Cyberspace

CD 2: LIVE RARITIES

1. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (live) (Sydney Festival. 30 Jan.1977)

2. Dog Eat Dog (live) (Apollo Theatre, Glasgow, 30 Apr. 1978)

3. Live Wire (live) (Hammersmith Odeon, London, 2 Nov. 1979)

4. Shot Down in Flames (live) (Hammersmith Odeon. London, 2 Nov. 1979)

5. Back In Black (live) (Capital Center, Landover MD, 21 Dec. 1981)

6. T.N.T. (live) (Capital Center, Landover MD, 20 Dec. 1981)

7. Let There Be Rock (live) (Capital Center, Landover MD, 21 Dec. 1981)

8. Guns For Hire

9. Sin City (live) (Joe Louis Arena, Detroit MI, 18 Nov. 1983)

10. Rock ‘N’ Roll Ain’t Noise Pollution (live) (Joe Louis Arena, Detroit MI, 18 Nov. 1983)

11. This House Is on Fire (live) (Joe Louis Arena, Detroit MI, 18 Nov. 1983)

12. You Shook Me All Night Long (live) (Joe Louis Arena, Detroit MI, 18 Nov. 1983)

13. Jailbreak (live) (Dallas TX, 12 Oct. 1985)

14. Shoot To Thrill (live) (Donington Park, 17 Aug. 1991)

15. Hell Ain’t A Bad Place To Live (live) (Donington Park 17 Aug. 1991)

CD 3: LIVE RARITIES

1. High Voltage (live) (Donington Park 17 Aug. 1991)

2. Hells Bells (live) (Donington Park 17 aug. 1991)

3. Whole Lotta Rosie (live) (Donington Park 17 aug .1991)

4. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (live) (Donington Park 17 aug. 1991)

5. Highway To Hell (live) (Tushino Airfield, Moscow, 28 Sept. 1991)

6. Back In Black (live) (Tushino Airfield, Moscow, 28 Sept. 1991)

7 For Those About To Rock (We Salute You) (live) (Tushino Airfield, Moscow, 28 Sept. 1991)

8. Ballbreaker (live) (Plaza De Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996)

9. Hard As A Rock (live) (Plaza de Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996)

10.Dog Eat Dog (live) ( Plaza de Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996

11. Hail Caesar (live) (Plaza De Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996)

12. Whole Lotta Rosie (live) (Plaza De Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996)

13. You Shook Me All Night Long (live) (Plaza De Toros De Las Ventas, Madrid, 10 July 1996)

14. Safe In New York City (live) (Pheonix AZ, 13 Sept. 2000)

DVD 1: FAMILY JEWELS 3

VIDEOS

Big Gun

Hard As A Rock

Hail Caesar

Cover You In Oil

Stiff Upper Lip

Satellite Blues

Safe In New York City

Rock N Roll Train

Anything Goes

BONUS VIDEOS

Jailbreak

It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N’ Roll)

Highway To Hell

You Shook Me All Night Long

Guns For Hire

Dirty Deeds Done Dirt Cheap (live)

Highway To Hell (live)

BONUS FEATURES

The Making Of Hard As A Rock

The Making Of Rock N Roll Train

DVD 2 LIVE AT CIRCUS KRONE, MUNICH

1. Introduction

2. Hell Ain’t A Bad Place To Be

3. Back In Black

4. Stiff Upper Lip

5. Shoot to Thrill

6. Thunderstruck

7. Rock N Roll Damnation

8. What’s Next To The Moon

9. Hard As A Rock

10. Bad Boy Boogie

11. The Jack

12. If You Want Blood (You’ve Got It)

13. Hells Bells

14. Dirty Deeds Done Dirt Cheap

15. Rock N Roll Ain’t Noise Pollution

16. T.N.T.

17. Let There Be Rock

18. Highway To Hell

19. For Those About to Rock (We Salute You)

20. Whole Lotta Rosie

RARITIES 180 GRAM LP

SIDE A

1. Stick Around

2. Love Song

3. Fling Thing

4. R.I.P. (Rock In Peace)

5. Carry Me Home

6. Crabsody In Blue

SIDE B

1. Cold Hearted Man

2. Snake Eye

3. Borrowed Time

4. Down On The Borderline

5. Big Gun

6. Cyberspace

Para comprar o produto e obter mais informações, clique aqui.

Mick Box: o novo colunista da imprensa roqueira inglesa!

M.B

O lendário guitarrista do Uriah Heep Mick Box juntou-se à equipe da revista inglesa Classic Rock como o primeiro de um grupo de colunistas do site.

Em sua estréia no site, o músico escreveu sobre os 40 anos de sua banda, Jeff Beck, Thunder, Mott The Hoople, Trivium, Neil Young, Chickenfoot e mais…

Para ler o instigante texto de Box no site da C.R, clique aqui.

Correio, o seu nome é incompetência…

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Lamentável, extremamente lamentável o que temos a dizer sobre os Correios nesse início de semana…

Como se não bastasse a greve, que prejudicou milhares de pessoas no país inteiro, o serviço de entrega da corporação continua mais capenga do que nunca…

No caso da pZ, muitas reclamações ultimamente…pacotes que chegam ao seu destino com um atraso absurdo, extravios aos montes e até o cúmulo da picaretagem ao entregar um exemplar como este postado acima, recebido por um de nossos fiéis assinantes…

E tem gente que ainda fala que “o Correio é uma das poucas coisas que funcionam no Brasil”…

Reunião dos Faces em outubro!

Faces

Os Faces estão se reunindo – apenas por uma noite. Mas eles não contarão com a presença de Rod Stewart.

Após 37 anos, o guitarrista Ronnie Wood, o baterista Kenney Jones e o tecladista Ian McLagan irão se apresentar juntos no dia 25 de outubro, no Royal Albert Hall. Este show é para o evento de caridade PRS For Music Members Benevolent Fund.

Bill Wyman, o baixista da formação clássica dos Rolling Stones, irá substituir Ronnie Lane, enquanto uma gama de convidados especiais irá participar fazendo os vocais…

Escolha o melhor álbum de 1969 no site da UNCUT!

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A revista britânica UNCUT elaborou uma seleção com os 50 melhores álbuns de 1969 para que os leitores e visitantes do site escolham qual deles é o melhor. Entre os discos, estão: Nashville Skyline, Bob Dylan; The Stooges, The Stooges; Songs From a Room, Leonard Cohen; Trout Mask Replica, Captain Beefheart; Ummagumma, Pink Floyd; etc…

Até a presente data, o top 5 está assim:

1. The Beatles Abbey Road
2. Rolling Stones – Let It Bleed
3. Neil Young – Everybody Knows This Is Nowhere
4. Led Zeppelin – Led Zeppelin
5. Led Zeppelin – Led Zepellin II

Clique aqui para participar!

Raridades Led Zeppelin I e II

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Tratando-se dos dois primeiros álbuns do Zeppelin, não faltam raridades espalhadas pelo mundo. Bem vindo a um mundo de capas diferentes, nomes de músicas trocados, acetatos exclusivos para rádios, cartuchos de oito pistas e prensagens teste; cada um deles tirando o sono dos colecionadores. As cotações são baseadas nas revistas Record Collector e Goldmine.

Prensagens Diferentes
Led ZeppelinI

O disco de prensagem inglesa mais raro do Zeppelin é o “Legendary Turquoise Sleeve”, onde o nome da banda e o selo da Atlantic aparecem não na tradicional cor alaranjada, mas sim em azul turquesa. Menos de duas mil cópias foram prensadas com esse erro de tonalidade. Recentemente uma dessas cópias foi negociada no eBay por mil libras. No Japão a estréia do grupo saiu numa luxuosa capa dupla (MT1067) pelo selo Nippon Grammophon e vale cerca de 80 libras. Em 1971 a Atlantic relançou esse elepê por lá (P10105A) com um pôster. Em 1992 nova prensagem, com um encarte extra e um obi caprichado (AMJY2000).
A capa do primeiro disco da banda também sofreu alterações em diversos países. Na Austrália e Nova Zelândia a contra-capa trazia um longo texto baseado no press release original inglês do grupo ao invés da foto do quarteto. Essa edição (SAL933232) chega a bater as 80 libras nos leilões pela net. Na África do Sul a capa saiu bem mais escura, quase marrom e com o selo mais antigo da Atlantic estampado. Na repúplica Tcheca, as letras do nome do grupo saíram em vermelho e na Espanha uma alteração curiosa, a foto da contra-capa era diferente daquela usada no resto do mundo. Essas prensagens sempre fazem sucesso no eBay.

Led Zeppelin II
A primeira prensagem inglesa do álbum (Atlantic 588198) foi distribuída pela Polydor e listava “Livin’ Lovin’ Maid” erroneamente como “Livin’ Lovin’ Wreck” e dizia que “The Lemon Song” era uma composição do grupo. Não se sabe ao certo quantas unidades foram prensadas, mas essa edição sai de 100 libras nos leilões pela net. Na terceira prensagem da Polydor, “The Lemon Song” vinha como “Killing Floor” e estava creditada a Chester Burnett, por exigência da gravadora de Howlin’Wolf (Burnett em pessoa) que reclamou pelos direitos originais da canção. Agora “Livin’ Lovin’ Maid” vinha com o subtítulo “She’s Just A Woman” ao invés de apenas “She’s A Woman” da primeira edição, e no lado dois mais uma peculiaridade: os créditos de composição referente ao baixista do Zeppelin apareciam com o nome de John Baldwin, o nome real de John Paul Jones.

A maior raridade referente ao segundo disco do grupo no entanto se dá a prensagem turca do disco (Atlantic SD8236) com capa diferente, já que a original foi censurada no país por trazer uma sátira as forças armadas alemãs (N.R. A Turquia foi aliada da Alemanha na II Guerra, mas foi logo derrotada). No lugar da capa original foi usado um desenho psicodélico de uma pessoa segurando três garotas nuas rodeada de ovos pelo chão! Essa capa bizarra faz com que esse disco chegue na casa das 800 libras no eBay. Na Alemanha e na Áustria, o álbum também foi lançado com uma capa diferente pela RCA (SK92508), trazendo uma foto da banda no palco e uma bela tipografia psicodélica, além de listar “Heartbreaker” como “Heartbreakers”. Vale atualmente no mínimo 100 libras. No Brasil o álbum foi lançado em 1970, antes do primeiro disco do grupo. Saiu como capa simples e com uma contra-capa diferente: além de uma foto promocional, o lançamento brazuca contava também com um texto hilário de Nelson Motta apresentando o Zeppelin para a moçada.
Compactos de 7’’

No início de 1969 foi distribuído para as rádios norte-americanas um compacto promocional (Atlantic EP 1019) exclusivo com duas faixas retiradas da estréia do grupo: Babe I’m Gonna Leave You” e “Dazed and Confused”. O item é avaliado em cerca de 300 libras, sendo que existem versões em mono e em estéreo na praça.

Em muitos países um compacto contendo Good Times Bad Times/Communication Breakdown, foi lançado em sete polegadas, com exceção do Reino Unido. Na Grécia no entanto foi lançado um compacto com Babe I’m Gonna Leave You/How Many More Times. Na Austrália a Atlantic lançou três EPs contendo canções dos dois primeiros álbuns da banda, assim como no México. Esses EPs valem mais de 300 libras cada atualmente. No Japão, apenas três cópias existem de um compacto com Good Times Bad Times/Communication Breakdown (DT1105Y400) que vinham num envelope de papel, cada uma delas valendo mais de mil libras. A versão promo com capa colorida (DT1105) vale 500 libras.

Na primavera de 1969 foi lançado na Inglaterra um promo em compacto para promover o disco de estréia, com Communication Breakdown/ Good Times Bad Times (584269). Apenas alguns poucos DJs e jornalistas receberam o disquinho, que vale 500 libras. É sabido também que Peter Grant negava veemente qualquer lançamento do grupo em single na Inglaterra, sendo que uma versão editada de “Whole Lotta Love” foi prensada de forma precipitada pela Atlantic, mas teve de ser recolhida no último instante por ordem do temido empresário. No entanto, para desespero de Grant, 500 cópias desse compacto escaparam de um armazém em Manchester. Esse compacto pode ser considerado um dos mais raros 7” da história da música pop, fechando facilmente em 500 libras.

Não podemos nos esquecer também dos compactos japoneses Whole Lotta Love/Thank You e Living Loving Maid/Bring It On Home (200 libras cada), lançados em 1970 e com capas deslumbrantes, ambas mostrando Page e Plant em ação. Na Itália também pintaram dois compactos: Heartbreaker/Bring It On Home e Moby Dick/Gallow’s Pole, essa última já do terceiro disco do grupo.

Acetatos

Recentemente surgiram dois acetatos teste na África do Sul do primeiro disco do grupo. Um tinha dois lados e o carimbo “Not Approved” (ATC 9180) e outro somente a faixa “Black Mountain Side”. Cada belezinha sai a partir de 300 libras nos leilões. Na Inglaterra pintou um acetato de apenas um lado com “Good Times Bad Times” (584269A), prensado sob pedido de Peter Grant. Só uma cópia deste acetato existe e se ele aparecer no eBay, deve começar na casa das 500 libras… Na América vários acetatos e prensagens teste também foram distribuídos para rádios, jornalistas e executivos. Em algumas poucas cópias os norte-americanos escreviam o nome do grupo no selo como “Led Zepplein” ou “Led Zeppelein”. Um desses acetatos chegou a ser leiloado por três mil libras no eBay!

Promos

No final dos anos 60 era comum na América os grandes selos distribuírem às lojas discos promocionais com seus principais contratados tomando conta de um lado do LP. No começo de 1969 a Atlantic prensou um desses promos com o Led de um lado e Dusty Springfield de outro (Atlantic TLS 35). Era comum também nesses lançamentos uma voz linkar os trechos principais de cada álbum entre as faixas, algo como um slogan que serviria para alavancar as vendas no instante em que esse promo estivesse rolando nos falantes das lojas pelo país. No lado do Zeppelin essa voz dizia: “O Led Zeppelin te levará para uma viagem inesquecível”. Esse item costuma ser trocado de mãos por não menos que 300 libras.

Compilações

Na metade dos anos 70 pipocaram pela Europa discos duplos sob o nome de 2 Originals Of, e um volume foi dedicado a reunir os dois primeiros álbuns do Zeppelin (ATL800005), com capa chamativa e tudo mais…Quem não gostou nada do lançamento foi Peter Grant, que mandou recolher os discos das prateleiras das lojas pela Alemnha e Ioguslávia, onde a bolacha já havia sido lançada. Quem segurou uma cópia conta hoje com pelo menos 200 libras no bolso.

Cassetes e 8-tracks

Uma das primeiras prensagens inglesas em cassete do primeiro disco chegou a sair também com as letras em azul turquesa e a ordem dos lados saiu trocada, com “Your Time Is Gonna Come” abrindo o lado A. No cartucho de oito pistas, “You Shook Me” e “Dazed and Confused” saíram editadas.

Esse artigo ficou de fora da pZ# 26 unicamente por falta de espaço…

O compacto espanhol de 1970 que ilustra este post foi inclusive um presente do amigo Víctor Bernardes, recém chegado da Espanha…o Víctor é o maior fã vivo do Zeppelin do Brasil…Além desse do Led ele ainda me trouxe compactos do Grand Funk, Free e uma shirt do mestre Terry Reid, show que ele assistiu por minha indicação…

Thank You: Rockstars pagam seu tributo ao primeiro disco do Zeppelin

Led+Zeppelin+(1969)

Tony Iommi
“Led Zeppelin I tem uma ótima atmosfera e eles escreveram ótimas canções, uma sonoridade aliás que nunca tinha sido ouvida antes. Claro que outros grupos também estavam mesclando o blues com o rock, mas com o Zeppelin era diferente. Isso se deve a qualidade das músicas deles”.

Joe Perry
“Quando o primeiro álbum do Zeppelin foi lançado eu passava horas tirando as canções e ficava tentando sacar o que fazia elas serem tão geniais. Foi só nessa época que eu passei a levar a minha música a sério”.

Leslie West
“Quando ouvi o primeiro álbum deles, o Mountain ainda não havia sido formado e eu tinha acabado de gravar meu primeiro álbum solo. Pensei comigo mesmo: ‘Se eu tiver que competir com isso eu to ferrado!’. Fiquei extremamente impressionado com o som daquela banda, era exatamente o que eu queria estar fazendo. Até hoje quando você coloca aquele primeiro disco deles pra tocar ele causa um impacto e faz todo o pessoal daquela época ficar envergonhado. Eles soavam muito mais do que um grupo com um vocalista e três músicos: Bonham soava como quatro bateristas juntos e todo mundo tinha um som único naquela banda. Page era um músico de estúdio sensacional e tinha um som único, não era como Clapton, mas suas canções eram ótimas. Eles tinham tudo”.

Paul Stanley
“Numa tarde, uma rádio de Nova York tocou a primeira faixa do Led I, “Good Times Bad Times”, e aquilo me deixou completamente atordoado. Era como se alguém estivesse acabado de injetar adrenalina no meu coração. O sangue começou a bombar por todo meu corpo e tive a sensação de aquela música energética iria destruir os meus falantes”.

Simom Kirke
“A primeira coisa deles que ouvi foi “Good Times Bad Times” e imediatamente fiquei paralisado ao ouvir aquele som de bateria. Nunca tinha sequer imaginado em ouvir alguém tocar daquele jeito. Bonzo tinha a melhor técnica de bumbo do rock”.

Marky Ramone
“Comprei o primeiro disco deles assim que saiu e ele foi meu álbum preferido nessa época. Escutei diariamente por meses a fio. Eu não os considero heavy metal, mas sim uma banda inglesa de hard rock e blues. John Bonham acabou comigo em todos os sentidos”.

Rik Emmet
“O primeiro álbum do Zeppelin até hoje é o meu favorito. É impossível ouvir esse disco e não se lembrar o quanto ele significava para um garoto fanático por rock naqueles tempos”.

Carmine Appice
“Nosso empresário me deu um acetato do primeiro álbum deles pra ouvir, antes mesmo do disco ser lançado, pois estávamos escolhendo bandas para abrir os nossos shows pela América. Claro que fiquei completamente atordoado com aquilo e sendo um baterista o que mais me chamou a atenção foi a performance de Bonham, principalmente em ‘Good Times Bad Times’, onde ele faz aquilo com o bumbo. Tempos depois, quando fui apresentado a Bonham ele me disse ‘roubei aquilo de você’, e eu respondi ‘mas eu não faço aquilo’ e ele rebateu ‘você fez sim em Ticket To Ride’. Eu não estava botando fé nesse papo até reouvir a minha performance nessa gravação e constatar que Bonham estava certo mesmo, mas havia levado aquilo ao extremo. Fiquei arrasado e contente ao mesmo tempo.

Felix Dennis (Oz Magazine – Março de 1969)
Muito ocasionalmente um novo álbum lançado desafia qualquer tipo de classificação e descrição. O ponto de convergência que este álbum aponta é tão nítido que somente o tempo irá colocá-lo em perspectiva. Foi assim com Bringing It All Back Home, de Dylan, com Younger Than Yesterday, dos Byrds, com Disraeli Gears, do Cream, com Are You Experienced? De Hendrix, com Sgt. Peppers e será também com esse disco de estréia do Zeppelin. Este álbum faz você se sentir bem. Ela faz você se sentir bem ao ouvir uma banda com muito a dizer. O Zeppelin tem a notável capacidade para dizer como se sentem e traduzem o que está em suas cabeças para a música. Bonham e Jones trabalham juntos, criando profundas e fluentes correntes de ritmo e Page novamente molesta as áreas mais vulneráveis de sua Telecaster. É bom ouvir Plant com seu feio e furioso vocal… Claro que, como resultado deste álbum, iremos perder o grupo para a América, e certamente a seção de cartas do Melody Maker vai estampar: ‘Seria Page melhor do que Deus?” – Em seguida, a BBC vai começar as negociações sobre um filme …

Esse artigo ficou de fora da pZ# 26 unicamente por falta de espaço…

Entrevista Randy Bachman – Sobras!

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Essas ficaram de fora da edição impressa da pZ#26:

Você curte mais excursionar como artista solo ou com uma banda?

Eu gosto das duas coisas. Sou um afortunado por ter escrito um monte de canções que, não importa o tipo de desempenho que eu tive, sempre repercutiram entre os fãs. A mágica está nas músicas. Elas são a moeda da indústria musical e certamente minha conexão com os fãs e a audiência no mundo inteiro.

E o que você anda aprontando ultimamente?

No momento eu estou trabalho em um novo CD, que irá abranger algumas das melhores músicas que eu já escrevi. Os riffs, grooves e as canções são apenas o melhor de todas as coisas que aconceteram comigo em anos. As linhas vocais de Charles Frederick juntas com as minhas na faixa título desse novo álbum são brilhantes e, se os fãs por aí ficarem tão excitados como eu fiquei ao final dessa faixa, pode ser que isso abra caminho para um novo disco do Bachman-Turner Overdrive e, talvez, até mesmo alguns shows! Eu também gravei uma canção com outro roqueiro de Winnipeg que eu conheço desde meus tempos de adolescente, Neil Young. Eu também voltei às raízes do blues-rock de Clapton, Beck e Page para esse disco, pois aqueles riffs são atemporais. Na primavera de 2010 será lançado esse álbum e, finalmente, os fãs poderão sentir o que eles têm pedido por todos esses anos.

Sobras do Mott…pZ#26

Ficaram de fora da edição mais recente da pZ, duas “curiosidades” sobre ‘All The Young Dudes’, gravada pelo Mott The Hoople…

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# Em 1972, Bowie disse que compôs a canção especialmente para o Mott The Hoople, mas anos depois a verdade apareceu. Em 1975, o guitarrista Mick Ronson confessou para Ian Hunter que na verdade Bowie estava trabalhando na canção naquela época, mas não tinha certeza se gostava tanto dela assim para lançá-la em algum álbum ou single.

# Para muitos a canção transformou o Mott numa banda gay, como relembrou Ian Hunter: “Nessa época, quando tocávamos na América atraíamos muitos travestis para os nossos shows. Excursionamos também com a Bette Middler e isso talvez tenha ajudado a construir essa imagem ao nosso redor… De início eu estava apreensivo em tocar em bares gays, mas era sempre fabuloso, pois eles nos amavam… Era sempre hilário tocar nesses locais…”.

Depois do sucesso de “ATYD”, na Califórnia, a comunidade gay recebia a banda com buquês e arranjos de flores, e quem mais se aproveitava disso eram os roadies do grupo Lee e Zee, homossexuais assumidos que saiam pegando garotinhos onde quer que a banda tocasse.

Stooges ataca com a formação de Raw Power reunida!

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De acordo com o site da revista Mojo, o line-up do clássico álbum do Stooges Raw Power fará uma reunião em 2010.

O guitarrista original do grupo, Ron Asheton, morreu em janeiro passado. Mas Iggy Pop e o irmão de Ron anunciaram que a banda irá tocar no evento All Tomorrow Parties, a ser realizado em 02 de março.

Os ensaios do conjunto estão marcados para começar no próximo dia 20 de setembro.

Vale salientar que será a primeira apresentação do guitarrista James Williamson com o Stooges desde 1974.

AVISO! GREVE DOS CORREIOS!

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Gostaríamos de avisar que a nova edição da poeira Zine já foi postada a todos os assinantes, revendedores e leitores em geral que fizeram o pedido nessa última semana.

Porém, em função da greve dos funcionários dos Correios, iniciada nesta quarta-feira (16/09), a entrega da revista poderá ser prejudicada.

Solicitamos a todos que não receberem o pedido feito que aguardem a retomada dos trabalhos na estatal.

Obrigado e um abraço!
Bento Araújo
www.poeirazine.com.br

No ar, poeiraCast #23!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, traz em sua 23ª edição um especial sobre o os grandes “lost albuns” do rock: Smile, Lifehouse, Get Back, O “A” e o “Z”, BBA II, etc.

No segundo bloco, o programa dá uma geral na carreira do Jethro Tull!

Clique aqui e boa viagem!

Para assinar o poeiraCast pelo iTunes, clique aqui.

Especial sobre Led Zeppelin ganha capa da poeiraZine # 26!

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1969 foi o ano de Led Zeppelin. E claro que a revista que cobre o melhor da música do melhor dos tempos não iria deixar esse acontecimento passar batido.

Por isso, em sua nova edição, a poeira Zine vai fazer você mergulhar de cabeça nos 12 meses mais caóticos da história da banda e entender como o Led se tornou o maior fenômeno do rock da década de 70.

O número 26 da pZ ainda traz uma reportagem sobre a lendária tour de 1977 do Emerson Lake & Palmer, que deixou a banda no vermelho, com seus shows pela América do Norte, os excessos do trio e o famoso tapete persa de Greg Lake; Graham Bond, a fera que descobriu gente como Jack Bruce, Ginger Baker, John McLaughlin, entre outros; uma geral no rock finlandês, onde Marco Gaspari faz um relato dos grupos Blues Section, Wigwan e Tasavallan Presidentti; e as peripécias de Ian Hunter e Mott The Hoople na confecção de “All the Young Dudes”.

Confira também uma entrevista exclusiva e bem humorada com o famoso guitarrista canadense Randy Bachman, o homem à frente do Guess Who, Bachman-Turner Overdrive, Iron Horse, Brave Belt, entre outros; um mini perfil do renomando produtor Martin Birch, matérias sobre Big Star, Rush, Renato e seus Blue Caps, The Tornados, Coven, Marcus e demais histórias do mundo da boa música.

Para comprar seu exemplar clique aqui.

#Capas Históricas# Free (1969)

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O segundo e mais psicodélico disco do Free mereceu uma arte gráfica à altura. Um dos favoritos da facção mais freak que acompanha o grupo, Free, o álbum, veio numa época de plena ascensão da banda inglesa, fato esse assimilado pelo desenhista e fotógrafo Ron Raffaelli.

Camarada de Hendrix e calejado de fotografar gente simples como Stones, Cream e Led, Raffaelli foi o sujeito que injetou sensualidade na imagem rude do Free.

A foto da garota, uma jovem de 18 anos chamada Linda Blair (não a do Exorcista), foi tirada no estúdio particular do artista, em Hollywood.
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Buffalo – O Hard Australiano!

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Tão logo veio a triste notícia do falecimento do guitarrista Pete Wells, me ocorreu dedicar a seção Pérola Escondida para sua banda desconhecida dos anos 70, o Buffalo.

Pete começou tocando baixo, em 1966, quando montou ao lado do amigo Dave Tice a banda The Odd Colours, em Brisbane, Queensland, Austrália. Esse grupo teve vida breve e logo a dupla se mandou para o Strange Brew (não confundir com aquele projeto de Cozy Powell, em meados dos anos 70, ao lado do pessoal do Humble Pie).

No final de 1967, Wells e Tice montam a The Capitol Show Band. Com a chegada da década de 70 e com o Rock ficando cada vez mais pesado, se mudam para Sydney e reformulam seu som, assumindo o nome de Head, contando também com Paul Balby na bateria (depois substituído por Jimmy Economou), John Baxter na guitarra e um segundo vocalista, Alan Milano. Lançam um compacto e marcam presença semanalmente numa espelunca fedorenta de Sydney.
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Artista americano baseia sua obra em clássico do Led Zeppelin!

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O artista americano Greg Harris postou em seu site o vídeo do trabalho “A Song Of Hope”, uma pintura baseada na lendária música “Stairway To Heaven”.

Segundo Harris, esse seu trabalho “é a interpretação visual de uma obra-prima musical e oferece indícios ao significado verdadeiro, talvez, da canção mais popular e controversa de todos os tempos”.

Clique aqui para conferir a “viagem” e tirar suas conclusões.

A guitarra de Jimmy Page em ‘Bald Headed Woman’ do WHO!

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Até hoje, muito se comenta sobre a parceria de Jimmy Page com o Who. Através de estudos e levantamentos, acredita-se que Page participou de 60% das gravações roqueiras de Londres entre os anos de 1963 até 1966.

Erroneamente, alguns fãs garantem que Jimmy toca na música ‘I Can’t Explain’, sendo que na verdade ele gravou o solo de ‘Bald Headed Woman’, o lado B do compacto de ‘I Can’t Explain’. Quem confirmou o fato foi John Entwistle: “Quando fomos gravar ‘I Can’t Explain’, Jimmy Page estava no estúdio conosco, já que nosso empresário Shel Talmy queria que Page gravasse a guitarra solo da canção, pois achava que Townshend não estava rendendo o suficiente no estúdio. Pete por sua vez não esquentou muito com a possibilidade de ser substituído naquela canção, o que ele não aceitou de maneira alguma foi ter que emprestar sua Rickenbacker de 12 cordas para Page. Por esse motivo que Page não está em ‘I Can’t Explain’. Ele era o único cara da Inglaterra que tinha um pedal fuzz naquela altura, esse foi o real motivo pelo qual o chamamos”.

Talmy tinha verdadeira fixação por Page, declarando que ele era o melhor guitarrista de toda a ilha. Talmy acabou colocando Page não só na versão de ‘Bald Headed Woman’ do Who, mas também em músicas dos Kinks, Them e outros. Page também impressionou outro astuto empresário: Andrew Loog Oldham, que colocou o guitarrista em gravações dos Stones, John Mayall, Nico e Eric Clapton.

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 14.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

Steely Dan – Rikki Don’t Lose That Number (1974)

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O Steely Dan ficou conhecido pelo primor e bom gosto de suas legendárias composições, também pudera, o grupo era formado por dois compositores de mão cheia, Walter Becker e Donald Fagen, e um produtor experiente, Gary Katz.
Nesses tempos, era quase raridade um grande grupo não ter baterista e baixista fixo. Melhor para eles, que podiam escalar sempre músicos de primeira para as gravações e tours, apesar do Steely Dan ser avesso a tours nessa época de sua carreira, preferindo se concentrar totalmente na produção de seus trabalhos em estúdio.

Depois de uma estréia primorosa com Can’t Buy A Thrill, em 1972, e um segundo álbum no mesmo nível, Countdown To Ecstasy, de 1973; o grupo/projeto adentrava 1974 com seu terceiro e mais sério trabalho até então, Pretzel Logic. Abusando de elementos característicos de sua rica sonoridade, o Steely Dan tinha as manhas de ‘letrar’ suas canções em formato de quebra-cabeça, apimentando tudo com humor inteligente e trocadilhos verbais/musicais.

“Rikki Don’t Lose That Number” abria o terceiro trabalho de Fagen e Becker e teve seu título baseado numa situação atravessada com o guitarrista Rick Derringer. O próprio guitarrista explicou o ocorrido recentemente, num fórum pela internet: “Esse título surgiu quando fizemos uma sessão juntos. Pelo que me lembro, Fagen anotou um número de telefone num papel e me entregou. Depois ficou a noite inteira falando: Rikky não perca aquele número! Obviamente a canção não tem nada a ver com aquela ocasião, mas o título certamente sim”. Derringer esqueceu de mencionar que ‘number’ é também uma gíria ianque para maconha, muito usada nos anos 60.

Alguns fãs diziam que a faixa era na verdade inspirada em Eric Clapton, já que Jim Gordon é o baterista da canção e como ele havia gravado com o Derek And The Dominos, de Clapton, a conexão estaria aí estabelecida, além do fato de Fagen soltar um “we could go our driving slow hand row” em certo ponto da canção, lembrando que ‘slow hand’ era o apelido do guitar hero inglês. Outra versão é que “Rikki” seria uma antiga namorada de colégio de Fagen, a senhorita Rikki Lee Jones.

Especulações à parte, o ritmo sincopado e o esmerado apelo pop de “Rikki Don’t Lose That Number” fez dela um dos maiores hits da banda e um clássico da década de 70. Nada mal para uma composição com a linha de baixo baseada num antigo tema de jazz chamado “Song For My Father”, original de Horace Silver. A abertura de ambos os temas é bem similar, o que comprova o bom gosto de Fagen e Becker de incluir referências jazzísticas em canções pop inesquecíveis.

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 17.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

Larks’ Tongues in Aspic (King Crimson)

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Conflito, contraste, força, misticismo, virtuosismo…tudo jogando a favor da música do King Crimson. Fripp chamou a formação anterior de datada, remodelou tudo, modernizou e colocou o rei escarlate novamente nos trilhos, seguindo uma linha ainda mais progressiva. É o melhor disco da banda? Se você ouvir direto vai dizer que é, pois o magnetismo dessa obra é algo indescritível. Começa e termina com a ousada faixa título, uma suíte com a guitarra fuzz de Fripp, o doce violino de Cross, a selvageria percussiva de Muir, os andamentos sagrados de Bruford e a pegada vigorosa de Wetton.

Na época do vinil, alguns fãs diziam que se você tocasse a faixa numa rotação mais rápida (45 rpm) o resultado final ficaria muito mais “musical”. Balela, a faixa nasceu perfeita. “Book Of Saturday” mostra como a aquisição de Wetton fez bem para o grupo – uma das melhores atuações de sua longa carreira.
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“COMO OS BEATLES DESTRUIRAM O ROCK´N´ROLL: UMA HISTÓRIA ALTERNATIVA DA MÚSICA POPULAR AMERICANA”

B.B

O escritor Elijah Wald, só pelo título de seu novo livro (no original,”How The Beatles Destroyed Rock’n’Roll: An Alternative History Of American Popular Music”) já deve estar causando polêmica entre os fãs dos Fab Four.

De acordo com o crítico Terry Staunton, da revista Record Collector, Wald até que diz “umas coisas legais sobre os Beatles”. O livro, em linhas gerais, é uma crítica geral – e provocativa – de um século de música (jazz, blues, country). Envolve o papel exercido pelas rádios, jukeboks e os palcos, ajudando a explicar como a música vem se tornando fascinante.

Quem estiver interessado nesse controverso trabalho pode adquiri-lo clicando aqui.

+ R.I.P + Larry Knechtel (04/08/1940 – 20/08/2009)

L.N

O tecladista e compositor Lawrence William Knechtel, vencedor do Grammy Award, que tocou nas banda setentista de soft-rock Bread e atuou ao lado de grandes nomes da música, como Elvis Presley, Ray Charles e The Doors morreu no último dia 20 de agosto, aos 69 anos.

O músico faleceu na cidade de Yakima, no estado norte-americano de Washington – para onde havia se mudado em 2003 -, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. Sua morte foi confirmada pela Valley Hills Funeral Home.

Knechtel, que também tocava baixo e harmônica (gaita), trabalhou ainda com Byrds, The Mamas and the Papas, Duane Eddy, Neil Diamond, Randy Newman, The Beach Boys, Hank Williams Jr., Elvis Costello e The Dixie Chicks.

Fonte: ASSOCIATED PRESS

poeiraCast #22 no ar!

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RUSH – Uma discussão sobre o trio canadense: os discos clássicos, as
diversas fases, etc…

No segundo bloco, uma divertida análise sobre supostas mensagens
subliminares nos discos do grupo!

Convidado Especial: o músico e artista multi-mídia PAULO BETO!

Clique aqui e boa viagem…

Para assinar o poeiraCast pelo iTunes: http://pzcast.podomatic.com/rss2.xml

O dia-a-dia do Velvet Underground!

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Com o mesmo título do álbum gravado em 1968 por Lou Reed (vocal, guitarra, piano), John Cale (vocal, viola elétrica, órgão e baixo), Sterling Morrison (vocal, guitarra e baixo) e Maureen Tucker (percussão), acaba de ser lançado um livro sobre a história do Velvet Underground: “White Light/White Heat: The Velvet Underground Day-By-Day”.

Ao contrário do disco supracitado, gravado em poucos dias, essa obra do historiador do rock Richie Unterberger levou um bom tempo para ser finalizada. São 368 páginas, recheadas de fotos preto e branco, depoimentos e curiosidades sobre o grupo, seus discos, shows etc…

Dentro da cronologia da banda, o leitor ainda fica sabendo os primeiros passos de cada um dos seus membros pré-Velvet Undergound e de vários detalhes sobre a separação definitiva de Reed e Cale.

Para mais detalhes, clique aqui.

200 Motels, de Frank Zappa, em exibição no CineSESC!

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O CineSESC irá exibir o antológico filme “200 Motels”, produzido e dirigido por Frank Zappa e Tony Palmer em 1971, nos estúdios da Universal em Londres.

Trata-se de um musical surrealista sobre a loucura e a “vida na estrada com groupies”, estrelando Ringo Starr, Keith Moon, Theodore Bikel, The Mothers of Invention, a Orquestra Filarmônica Real (mais coro) regida por Elgar Howarth e a soprano solista Phyllis Bryn-Julson.

A sessão – que contará com legendas – será nesta quarta, dia 02/09, às 21h, com distribuição de ingressos a partir das 21h. O CineSESC fica na Rua Augusta, 2075.

Clique aqui para conferir o trailer do filme original.

Pete Townshend anuncia novo musical e disco do The Who!

The Who

De acordo com o site da revista inglesa UNCUT, Pete Townshend confirmou que está escrevendo um novo musicial e que o The Who lancará um novo disco em 2010.

Escrevendo em seu blog, Townshend explicou que o musical “Floss” contará a história de um músico de bar e sua conturbada relação conjugal.

O guitarrista escreveu: “Floss” é um ambicioso novo projeto para mim, no estilo de Tommy e Quadrophenia.

Para mais detalhes, clique aqui.

No livro sobre o Rush saindo do forno!

Rush book

Na última quinta-feira (27/08), o site Rushisaband.com postou um nota em seu site sobre o novo livro da banda, que tentará ser lançado no dia 28 de outubro deste ano: “Rush, Rock Music, and the Middle Class: Dreaming in Middletown”. Abaixo, um pequeno trecho do trabalho, cujos direitos pertencem à Indiana University Press:

“A banda de rock progressivo Rush foi a voz da classe média suburbana. Neste livro, Chris McDonald aborda o impacto da banda na música popular e seu legado para a legião de fãs. McDonald explora como as maneiras que cada crítica da vida suburbana – e seus jeitos para dribá-la – feita pelo grupo refletem as aspirações e inquietudes desse grupo social, enquanto a performance do Rush manifesta a dialética no rock progressivo entre a disciplina e a simplicidade, e o desejo pelo espetáculo e excessos”.

Para mais informações, clique aqui.

poeiraCast em destaque no Jornal da Tarde!

[SPVARIEDADES - 6]  JT/VARIEDADES/PÁGINAS ... 27/08/09

Faça o download do arquivo clicando aqui.

Editor da pZ fala à CBN sobre Woodstock!

O editor da revista poeiraZine, Bento Araújo, concedeu uma entrevista ao programa Sala Musical, da rádio CBN, sobre os 40 anos de Woodstock.

Para ouvir a entrevista, basta acessar a página do S.M clicando aqui.

(L.M)

Os detalhes do novo DVD do Kansas!

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Como anunciado na última edição da pZ, o Kansas está lançando o DVD There´s No Place Like Home, gravado no último mês de fevereiro e que traz o grupo acompanhado de 50 músicos da Washburn University Orchestra.

Além dos membros principais – Steve Walsh (nos vocais e teclado), Rich Williams (na guitarra), David Ragsdale (no violinio), Billy Greer (no baixo) e Phil Ehart (comandando as baquetas) -, o Kansas ainda contará com a participação especial do membro fundador da banda, Kerry Livgren, e do guitarrista Steve Morse, hoje no Deep Purple.

Abaixo, o tracklist do lançamento:

1. ‘Howling At The Moon’ (3:33)
2. ‘Belexes’ (6:14)
3. ‘Point Of Know Return’ (3:20)
4. ‘Song For America’ (9:32)
5. ‘On The Other Side’ (6:49)
6. ‘Musicatto’ (3:20)
7. ‘Ghosts/Rainmaker’ (4:27)
8. ‘Nobody’s Home’ (4:55)
9. ‘Hold On’ (5:02)
10. ‘Cheyenne Anthem’ (7:26)
11. ‘Icarus II’ (6:57)
12. ‘Icarus: Borne On Wings Of Steel’ (6:25)
13. ‘Miracles Out Of Nowhere’ (6:38)
14. ‘Incommudro’ (1:52)
15. ‘The Wall’ (5:42)
16. ‘Fight Fire With Fire’ (4:10)
17. ‘Dust In The Wind’ (4:06)
18. ‘Carry On Wayward Son’ (6:39)
19. ‘Down The Road’ (6:51)

Por que os Beatles se separaram…

R.S 1086

… Este é o título da matéria de capa da nova edição americana da Rolling Stone , que continua assim: “Por dentro da história das forças que apartaram a maior banda do mundo”.

Dividida por seções, esta história do número 1086 da revista apresenta um guia completo da discografia dos Beatles, 33 capas da banda na história da publicação, fotos do grupo do início ao final da carreira e o áudio da histórica conversa entre Jann S. Wenner e John Lennon em 1970, entre outros destaques…

Para mais informações, clique aqui.

Krautrock e música de vanguarda no poeiraCast #21!

Krautrock

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, discute o rock experimental alemão dos anos 70!

Can, Faust, Amon Duul, Guru Guru, Ash Ra Tempel, Kraftwerk e muitos outros marcaram presença. Também nesse episódio, uma pincelada na música de vanguarda do Brasil e do mundo, e tudo isso com a participação especial do músico e artista multi-mídia Paulo Beto!

Clique aqui e boa viagem…

ATENÇÃO OUVINTES!

A PARTIR DESSA EDIÇÃO O POEIRACAST PASSA A SER QUINZENAL.

PRÓXIMO EPISÓDIO NO AR DIA 26/08.

Nova edição da Classic Rock destaca os 100 melhores guitarristas de todos os tempos!

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A edição de setembro da revista inglesa Classic Rock traz como matéria principal os 100 melhores guitarristas de todos os tempos na opinião dos melhores guitarristas da atualidade.

Confira ainda nesse novo número da C.R: os bastidores do show de Slash & Friends na Noruega, Motley Crue, Nazareth, Pretenders, Queensryche, Rock Erickson e muito mais…

E não para por aí: esta edição saiu com quatro capas diferentes (Eddie Van Halen, Jimi Hendrix, Keith Richards e Frank Zappa), uma mais pirada que a outra, envolvidas por uma espécie de sobrecapa, para criar um lance “surpresa”.

Uma bela sacada, que provavelmente já deve estar causando furor por aí….

Confira abaixo as artes:

C.R Eddie

C.R Hendrix

C.R Keith

C.R Zappa

AC/DC no Brasil!

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Vamos torcer: o AC/DC deve tocar em São Paulo no dia 6 de dezembro deste ano, segundo informação publicada pelo jornal paulistano Destak (sim, aquele distribuído nas estações do Metrô).

Se confirmado, será o único show da banda em território brasileiro. Ao contrário da data, o local para esta apresentação, parte da turnê “Black Ice”, ainda não foi definido. Esta será a terceira passagem do AC/DC pelo Brasil, que antes fez parte do cast da primeira edição do Rock in Rio, em 1985; e, em 1996, apresentou-se em algumas cidades do país na turnê do álbum Ballbreaker.

Pelos shows que os caras andam fazendo lá fora (com o som sendo ouvido a dezenas de kilômetros de distância), um estádio seria uma boa opção. Só não se sabe se para a maioria dos vizinhos desse local também… (LM)

RANDY BACHMAN NA POEIRA ZINE! FAÇA A SUA PERGUNTA!

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Na próxima edição da poeira Zine daremos continuidade à seção Perguntas e Respostas.

São questões direcionadas a um determinado músico e dessa vez teremos o lendário guitarrista RANDY BACHMAN, que além de uma carreira como solista, já tocou com GUESS WHO, BACHMAN TURNER OVERDRIVE, BRAVE BELT, IRONHORSE, etc…

Agora o mais bacana de tudo é que vocês é que irão fazer as perguntas!

Basta enviar a sua pergunta para o email contato@poeirazine.com.br ou postá-la aqui mesmo nos comentários deste post…

As melhores questões serão encaminhadas para o músico e publicadas na próxima edição, com o devido crédito ao autor.

O prazo para envio das questões é até 20 de agosto (próxima quinta feira).

Mãos a obra pessoal!

E lembrando, já está disponível a nova edição da poeira Zine (pZ #25)!

Mais detalhes no www.poeirazine.com.br

No ar, poeiraCast #20 – 1969, O ANO DO CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL!

Creedence

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, traz em sua 20ª edição um especial sobre o Creedence Clearwater Revival no ano de 1969.

Além dos grandes álbuns lançados pela banda naquele ano, o programa apresenta as capas de discos mirabolantes de grupos como Stones, Small Faces, Who, Velvet, Zeppelin etc…

Neste programa, a participação especial do guitarrista MICHEL LEME!

Clique aqui e boa viagem!

O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.
Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.
Ajeite-se na poltrona e boa curtição.

Direção: Bento Araújo
Locução: Ricardo Alpendre
Produção: Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre
Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

Hippie Fest Embu das Artes – Música, arte e celebração…

Hippie Fest Embu

Em 1964, a tradição artística da cidade de Embu das Artes ganhou projeção dentro e fora do Brasil com o 1º Salão das Artes. No final dos anos 60 a cidade serviu de pólo de atração de hippies do mundo todo, que expõem os seus trabalhos de artesanato todos os fins de semana. Esse encontro de arte e expressão humana deu origem à Feira de Artes e Artesanato de Embu, que acontece todos os fins de semana desde 1969, e é um dos principais ganchos turísticos da cidade.

Também em 1969 o homem chegava a Lua, e enquanto isso, 500 mil jovens celebravam a paz, o amor, a liberdade e a contracultura no Festival de Woodstock. O ideal hippie transformava o mundo em definitivo…

Para comemorar os 40 anos do Festival de Woodstock e da Feira de Artes e Artesanato de Embu das Artes, a prefeitura de Embu das Artes tem a honra de apresentar o Hippie Fest Embu das Artes, oito horas de muita música, arte e celebração.

Países como Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos estão preparando suas comemorações ao 40º aniversário de Woodstock, que acontece agora em agosto; e o Brasil não poderia ficar de fora. Por isso a cidade de Embu das Artes tem a honra de anunciar o Hippie Fest Embu das Artes, a ser realizado num sábado, dia 22 de agosto de 2009.

O Hippie Fest Embu das Artes começa às 14 horas, e terá a apresentação do lendário Kid Vinil.

A festa terá início com uma apresentação do conceituado músico local Eli Camargo, apresentando canções de Richie Havens, músico que abriu o festival original de 1969. Na seqüência vem a Woodstock Band e muitos convidados interpretando clássicos de The Who, Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Band, Joe Cocker, CSN&Y, etc. Sobem no palco também a Banda Kaduna (Carlos Santana Cover), Hi-Five (Creedence Cover), Krucis (Ravi Shankar cover) e Danny Vincent e Banda (Johnny Winter e Ten Years After Cover).

O festival será encerrado com uma apresentação especial do 14 BIS.

A cidade de Embu das Artes te convida para conhecer um pouco dessa cidade mágica, ao som do melhor rock já feito no Brasil e no mundo.

Serviço:
Sábado, 22/08/09, a partir das 14 horas, entrada franca.
Local: Parque Francisco Rizzo
(Rua Alberto Gioza, 300, Embu das Artes/SP)
Realização: Prefeitura de Embu das Artes
Apoio: Restaurante O Garimpo

No ar, poeiraCast #19: OS 40 ANOS DO FESTIVAL DE WOODSTOCK!

cartaz

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, dá uma geral no mais famoso festival da história do rock em sua 19º edição.

Além dos detalhes sobre os shows, curiosidades e uma discussão sobre a avalanche de lançamentos comemorativos que estão pintando sobre Woodstock, o programa ainda conta com a participação especial do guitarrista Michel Leme!

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O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.

Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.

Ajeite-se na poltrona e boa curtição!

Direção: Bento Araújo
Locução: Ricardo Alpendre
Produção: Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre
Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

poeira Zine chega ao número 25 trazendo na capa o lendário Budgie!

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A publicação brasileira que cobre o melhor da música do melhor dos tempos, a poeira Zine, traz na capa da nova edição a poderosíssima banda do País de Gales que influenciou diversos ícones do metal nos anos 80: o Budgie.

Além de ficar por dentro da trajetória do grupo, você ainda curte uma entrevista exclusiva com o baterista Ray Phillips e a discografia comentada do conjunto.

Entre outros destaques da pZ #25, confira: a espetacular saga de Christian Vander e seu combo fusion espacial do Magma, um bate papo franco e amigável com Damo Suzuki, o ex-vocalista do Can; o rock de boteco de bandas como Dr. Feelgood, Brinsley Schwarz, Ian Dury, Ducks Deluxe, Eddie & The Hot Rods e muitas outras; Liverpool, a trajetória dos mestres do rock gaúcho dos anos 60, todas as aventuras de Foguete e dos irmãos Lessa, da Vila do IAPI para o mundo…

Na seção Have a Nice Day, que trata dos conjuntos que tiveram um ou dois hits, leia sobre as músicas “Tobacco Road”, do The Nashville Teens, e “Smile a Little Smile For Me”, do The Flying Machine. Fique conhecendo também os pormenores da banda Phantom e os detalhes da capa homônima do New York Dolls.

E nao para por aí… O editor da revista, Bento Araújo, ainda descreve, em seis páginas, como foi sua viagem pelo Reino Unido, cobrindo shows de feras como: Neil Young, Jeff Beck, AC/DC, Steely Dan, UFO, Chickenfoot, Terry Reid, Zappa Plays Zappa… e mais canjas de Paul McCartney, David Gilmour e Mick Taylor…

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Agora ficou muito mais fácil de comprar a poeira Zine!

Você escolhe como quer pagar: cartão de crédito, boleto bancário,
transferência e doc eletrônico, depósito em conta corrente, etc.
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“My Generation”, o casal de Woodstock…

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Uma história de amor que se firmou num ambiente de… paz e amor. Ao sabor dessa rima, 40 anos após o mítico festival de Woodstock, o casal Nick and Bobbi Ercolini permanece junto. Não foram só aqueles três dias de 1969, regados à psicodelia, mas quase meio século de um insólito relacionamento.

A foto dos dois ficou imortalizada na capa do LP, lançado em 1970, e tempos depois como pôster do filme sobre o evento. Na imagem, eles aparecem em pé, docemente abraçados, em meio a outras pessoas caídas (desmaiadas, talvez…) ou sentadas no gramado molhado da fazenda de Max Yasgur, que abrigou os três dias de música, farras e inesquecíveis histórias para contar (como feito por Jim Farber, repórter do Daily News, no último dia 07 de julho, e reproduzida sinteticamente neste blog).

Nick e Bobbi se casaram dois verões depois do festival e vivem, a menos de uma hora viajando de carro, na cidade de Bethel, Nova York, onde foram fotografados em Woodstock.

Eles, ambos atualmente com 60 anos, não imaginavam o impacto que a foto teria até o 20º aniversário do evento, quando a grande mídia começou a estampá-la em suas páginas e a discorrer sobre o assunto. Até aqui no Brasil, rolou exploração do tema no global Fantástico.

Questionado sobre a escolha dessa imagem para o disco e a promoção do longa, Nick lançou sua teoria: “Ela (a foto) é pacífica, à semelhança do espírito do evento. É uma honesta representação de uma geração. Quando nós olhamos para aquela imagem, eu não vejo Bobbi nem a mim. Eu vejo nossa geração.”

É uma história digna de filme. Abrindo com a música do The Who, lógico.

* Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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(Lucas Mosca)

Jack Bruce recebe ameaças de morte por falar mal do Zeppelin!

JB JpegQuando o lendário baixista Jack Bruce, ex-Cream, alfinetou os membros do Led Zeppelin no Classic Rock Awards do ano passado, ele não imaginara como os fãs do quarteto inglês reagiriam.

O repórter Jonathan Barnes, do East Anglian Daily Times, revelou que Bruce estaria recebendo ameaças de morte após ter criticado o Led numa conversa com a imprensa naquele evento, a festa da revista britânica Classic Rock.

As palavras ácidas do músico, após ter classificado a apresentação de Jimmy Page & Cia na London’s 02 Arena como “capenga”, foram estas: “Vocês (do Led) são um lixo e nunca serão outra coisa… O Cream é 10 vezes o Led Zeppelin”.

No ar, poeiraCast #18 – 1979, ANO BOM OU RUIM PARA O NOSSO ROCK´N´ROLL?

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, dá uma geral no polêmico ano de 1979 no rock´n´roll em sua 18º edição.

Além dos grandes discos lançados naquele ano, o programa ainda traz uma discussão sobre a capa de School´s Out, de Alice Cooper.

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Are You Ready To Rock?

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“Tomara que ele não esteja bêbado, senão fod**!”, comentavam muitos rockers no Stones Music Bar, que ontem recebeu um show digno do nome da casa. O alvo dos comentários não era da família Jagger, porém integrou duas das maiores bandas de hard rock de todos os tempos, o Scorpions e o UFO.

Ao contrário do grupo alemão do qual fez parte de 1972 a 1973, com uma breve passagem por 1979, Michael Schenker nunca havia se apresentado no Brasil. E os fãs do renomado guitarrista e compositor estavam ansiosos por vê-lo – sóbrio, de preferência, pois parte de suas encrencas pessoais e principalmente profissionais, com ele às vezes mal conseguindo tocar seu instrumento, devem-se ao alcoolismo, contra o qual esse alemão combate, apesar das diversas recaídas, a vida inteira.

Desta vez, as pessoas que compareceram à casa de shows situada na Zona Leste de São Paulo, nessa noite fria e chuvosa de 26 de julho, deram sorte. Schenker estava de cara limpa (especula-se que ele esteja novamente em tratamento), e o público pode presenciar um grande espetáculo, com o alemão em ótima forma. O costumeiro atraso das apresentações em solo brasileiro – pra variar – se fez presente: a banda demorou por volta de 1h15 minutos, subindo ao palco às 21h15.

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Assista o trailer oficial do filme sobre Randy Rhoads!

R.R Jp

Em março de 2007, o diretor Peter M. Margolis e a Dakota Films, em cooperação com a família de Randy Rhoads, haviam começado as filmagens do documentário acerca da vida do guitarrista.

Apesar de “Last Train Home” ainda não ter sido finalizado, o trailer oficial do longa caiu na rede há pouco tempo e permaneceu incólume por um ou dois dias, até Margolis estrilar e ameaçar interromper o trabalho, caso o vídeo não fosse removido.

Segundo o site bravewords.com, aparentemente Margolis não tinha a permissão para todas as imagens presentes no trailer.

Porém, uma vez na web, (quase) sempre na web. E, com esse vídeo, não foi diferente. Você pode assistí-lo – por enquanto, numa boa – clicando aqui.

Lançada a biografia de Cliff Burton!

Cliff book

Não só grande parte dos fãs de Metallica mas os de heavy metal em geral tem Cliff Burton como um mito insuperável das quatro cordas. Super valorizado ou não, o fato é que o ex-baixista do Metallica foi um dos grandes nomes da cena no começo dos anos 80, sem sombra de dúvidas. Mas como diz a música do Iron Maiden, “Only the Good Die Young”… E foi também seu caso, infelizmente.

Para quem quiser se aprofundar mais na história desse ícone da música pesada, ou até mesmo matar em parte a saudade, Joel McIver, colaborador da revista Record Collector, está lançando a biografia “To Live Is To Die: The Life & Death Of Metallica’s Cliff Burton” ["Viver É Morrer: A vida e a morte de Cliff Burton do Metallica", ainda sem tradução no Brasil].

São aproximadamente trezentas páginas recheadas de fotos, relatos de pessoas e parentes ligados ao músico, suas influências – que passavam do compositor clássico Bach ao southern rock do Lynyrd Skynyrd -, e sua sede de conhecimento e, claro, cerveja. Constam ainda depoimentos inéditos de pessoas como Steve Doherty, professor de baixo de Cliff; o fundador da gravadora Metal Blade, Brian Slagel; o fotógrafo Ross Halfin; e o primeiro roadie do baixista, Chuck Martin.

Músicos como Mikael Åkerfeldt (Opeth), Alex Webster (Cannibal Corpse), Alex Skolnick (Testament), Dave Ellefson (F5/ex-Megadeth) são alguns dos caras influenciados por Cliff e entrevistados por McIver nesse trabalho, sucessor de outra grande obra do escritor sobre o Metallica, lançado há cinco anos e traduzido para nove línguas: “Justice For All: The Truth About Metallica”.

Como registrado pelo crítico Joe Shooman, esse novo livro é “um tributo em palavras”.

Altamente recomendado!

Lucas Mosca

Hendrix assassinado. Será mesmo?

Hendrix

Volta a ganhar força o rumor de que Jimi Hendrix realmente tenha sido morto. Desta vez, quem dá vazão a essa possibilidade é o médico que tentou reanimá-lo na noite de sua morte, o doutor John Bannister. Segundo ele diz acreditar, a hipótese é “plausível”.

“Meu depoimento médico é coerente com a denúncia que consta no livro (“Rock Roadie”) que Hendrix foi morto sob ordens de sua empresário, Mike Jeffery”, afirma Bannister.

O livro referido acima pelo médico foi escrito recentemente por James “Tappy” Wright, membro da equipe de roadies que acompanhava o guitarrista e que trabalhou diretamente para Jeffery.

De acordo com Wright, “vinho e pílulas foram empurrados goela abaixo de Hendrix até o músico se ‘afogar’”.

Leia mais aqui.

No ar, poeiraCast #17 – OS ARQUIVOS SECRETOS DE NEIL YOUNG!

NY

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, dá uma geral no primeiro volume de Archives, de Neil Young, o box mais aguardado de todos os tempos.

Em sua 17ª edição, o programa ainda traz uma discussão sobre as maiores vaias da história do rock. Estrelando: Erasmo, Veludo, Lobão etc…

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Gordon Waller R.I.P: “When I’m Sixty-Four”

P & G

1964. Ano da invasão britânica (ler na pZ 4). Época mais que especial também para Peter & Gordon, dupla de grande fama naquela avalanche de bandas que rolava na América.

Os músicos ficaram amplamente conhecidos com a canção “A World Without Love”, umas das músicas compostas por Paul McCartney, que namorava a irmã de Peter Asher.

Na primeira sexta-feira deste mês, dia 01/07, Gordon morreu devido a problemas cardíacos, aos 64 anos. Ele estava internado desde 16 de junho no Hospítal William W. Backus, em Norwich, Connecticut.

Faixas como “Nobody I Know”, “I Don’t Want to See You Again”, “True Love Ways”, “Woman”, “I Got To Pieces” e “Lady Godiva” são apenas alguns sucessos desses britânicos que marcaram a história da música.

É sempre bom lembrar também que, em 1968, Gordon Waller saiu em carreira solo, mas só lançou um álbum quatro anos depois, em 1972, pelo renomado selo “swirl” da Vertigo. O álbum (chamado apenas “Gordon”), trazia o músico num clima totalmente hippie, com ele vivendo em comunidades e viajando a Inglaterra numa Van… O disco é um dos mais raros do selo Vertigo e reza a lenda que na época foram vendidas apenas 23 cópias dessa sua estréia como solista…

+ R.I.P + Tom Wilkes (30/06/1939 – 28/06/2009)

Monterey

O fotógrafo, ilustrador, escritor e diretor de arte Thomas Edward “Tom” Wilkes morreu no último dia 28 de junho, aos 69 anos, vítima de ataque cardíaco.

Wilkes foi o homem responsável pela direção de arte do mítico Monterey International Pop Festival, realizado entre os dias 16 e 18 de junho de 1967, na Califórnia (vide matéria na pZ especial de aniversário).

Além de notável participação nesse grande evento, Wilkes foi também o profissional por trás de diversas memoráveis capas de disco da história do rock, como: Beggars Banquet, dos Stones (1968); Eric Clapton, Eric Clapton (1970); Concert for Bangladesh, de George Harrison (1971); Harvest, de Neil Young (1972); entre muitos outros…

Em 1974, o artista recebeu o Grammy de “Best Recording Package” pela obra Tommy, apresentada pela London Symphony Orchestra & Choir.

A jubilosa estréia do Moby Grape

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A idéia inicial do Moby Grape era unir as raízes da música norte-americana com a emergente onda psicodélica que vinha surgindo. Sorte eles já tinham, pois os cinco integrantes do grupo sabiam compor e cantar muito bem. Isso está latente na estréia homônima dos rapazes, cunhada na raça por cinco lendas do underground californiano: o guitarrista rítmico e frontman Skip Spence, que até tinha sido baterista do Jefferson Airplane, Jerry Miller na guitarra, Don Stevenson na bateria (ambos fundadores do Frantics), o guitarra base Peter Lewis (ex-The Cornells e filho da atriz Loretta Young) e o baixista Bob Mosley.
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No ar, poeiraCast # 16: Música e Cinema!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, mergulha de cabeça no universo de algumas das artes mais excitantes do mundo: música e cinema.

Em sua 16ª edição, o programa abre uma discussão sobre as melhores e piores trilhas sonoras, os musicais mais bacanas e os micos de astro de rock na sétima arte.

Confira ainda o momento em que o Steppenwolf é pego “acendendo a vela” para Dennis Hopper, do longa Easy Rider…

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O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.

Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.

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Direção: Bento Araújo
Locução: Ricardo Alpendre
Produção: Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre
Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

Michael Schenker no Brasil!

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Rod Stewart, David Gilmour e John Paul Jones juntos!

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O hitman Rod Stewart disponibilizou na internet uma regravação da canção “In A Broken Dream”, cuja versão original foi realizada com o grupo Python Lee Jackson, em 1969.

Porém, este não é um simples remake. A música foi (re) gravada ao lado do mestre David Gilmour na guitarra e do não menos lendário John Paul Jones no baixo. No lineup, ainda constam Nick Lowe e Pete Thomas (baterista do Elvis Costello).

A canção faz parte do box de quatro discos a ser lançado em setembro deste ano pelo selo Rhino.

Clique aqui para dar uma conferida no som.

Instrumentos Roubados!

guitas

Amigos, reproduzo aqui o e-mail do meu amigo e colaborador da pZ, Diogo Oliveira.
Se alguém souber de alguma coisa, favor entrar em contato.
O email do Diogo é: diogogoliveira@gmail.com

Abraços
Bento Araújo
poeira Zine

Amigos

Na madrugada de quarta pra quinta fui abordado na porta da minha casa,
levaram 3 guitarras, e 2 malas (de cabo e de pedais).

A lista das guitarras é a seguinte:

Fender Stratocaster ano 94 comemorativa dos 40 anos da stratocaster, escala
em rosewood,
era madeira natural e foi feita um refinished a poucos meses no Vellozo da
Teodoro,
mudada para a cor branca e escudo verde claro (mint green), tinha marcas
pelo braço e estava queimada de cigarro no headstock. estava no case da
fender

Gibson SG Cherry Classic Com captadores P90, estava com case Gator

Lap Steel grestch synchromatic cor tobbacco sunburst no case.

Pedalboard Landscape: sequencia de pedais: afinador fender, MXR blue box,
OCD fulltone,
Dejavibe fulltone, wha eha crya baby indutor fasel.

mala de cabos e estantes para instrumentos.

segue em anexo foto das guitarras

Graças a Deus (ainda temos que falar graças a Deus) que não aconteceu nada.
No mais estou de boa, mas gostaria muito da ajuda de vcs.
Se puderem repassar este e-mail fico agradecido, aos lojistas e revendedores
de instrumentos, tb peço uma atenção especial se algum destes instrumentos
aparecer em suas mãos.

Um abraço
Paz
Diogo

PoeiraCast # 15: OS DISCOS “ERRADOS” DAS GRANDES BANDAS

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, apresenta em sua 15ª edição o disco não ideal para você se iniciar num determinado grupo ou artista: Neil Young, Queen, Creedence, Steppenwolf etc…

Confira também neste cast as grandes bandas de apoio da história do rock!

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Johnny Kid & The Pirates – Shakin’ All Over (1960)

Uma questão muito comum entre o pessoal que curte rock dos anos 60 é aquela: “O que existia na Inglaterra antes dos Beatles?” Pois bem, pode parecer exagero, mas é claro que depois da explosão Beat de 1962 o rock inglês passou a ser referência mundial até culminar com a British Invasion, dois anos depois. Porém, em 1960, o que existia de mais visceral, juvenil e roqueiro na Inglaterra era a música do Johnny Kidd e seus piratas.

Voltando a 1957, um jovem chamado Frederick Heath formou um grupelho de skiffle, os Five Nutters. Como o líder que comandava tudo, rapidamente o nome passou a ser Fred Heath Combo. Sem nenhuma repercussão, Fred, um showman por natureza, resolve adotar um nome artístico, Johnny Kidd.
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O ego inflado de Marc Bolan…

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Chegando ao estúdio Chateau d’Herouville, na França, Bolan e sua comitiva causaram muitas confusões, antes mesmo do início das sessões para The Slider. O estúdio luxuoso tinha fama de ser mal assombrado e era muito requisitado nos anos 70. Várias bandas e astros gravavam lá para fugir dos altos impostos ingleses. Bowie, Elton John, Jethro Tull, Uriah Heep e muitos outros gravaram seus álbuns no Chateau, mas ninguém armou um barraco sequer parecido com o armado por Marc Bolan.

O estúdio também acomodava as bandas, com quartos muito bem construídos. O quarto principal, uma espécie de ’suíte presidencial’ seria usada por Bolan, mas havia um pequeno problema; ela já estava ocupada, o que deixou o líder do T. Rex extremamente furioso. O hóspede tinha deixado seus pertences no quarto e saiu para curtir a noite francesa. Marc não quis nem saber, ordenou que seu roadie pessoal jogasse fora todas as roupas e os pertences do hóspede. O roadie rebateu para Bolan: “Mas e se o sujeito voltar para pegar suas coisas?”, a resposta de Marc foi: “Isso não importa, jogue as coisas no hall de entrada do estúdio agora mesmo!”.

O avantajado roadie subiu para o aposento e voltou minutos depois dizendo: “Você não pode falar comigo como se eu fosse um animal e eu não irei tratar os outros como se eles fossem animais, portanto eu não irei jogar fora as roupas daquele cara!” Marc e o roadie ficaram se encarando por alguns segundos e a turma do ‘deixa disso’ precisou agir rapidamente para que o pau não comesse ali mesmo.

Pouco depois Marc se acalmou, sentou no bar e disse para todos: “Não se preocupem pessoal, isso é apenas uma coisa de ego…”

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 17.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

A discografia do West Bruce & Laing comentada por Corky Laing!

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Why Dontcha (1972)
“Eu tenho que dizer que esses são os discos preferidos de toda a minha carreira. Eu costumo dizer que esses álbuns são meus filhos (risos). O Why Dontcha certamente foi um dos discos mais rapidamente compostos e gravados da história do rock. Tudo ali esbanjava urgência. Literalmente colocamos nossas tripas pra fora neste álbum de estréia.”

Whatever Turns You On (1973)
“Falando como baterista, gravar com um baixista como Jack Bruce foi uma experiência única e inesquecível. Ele é um mestre em seu instrumento e isso ficou mais latente ainda neste segundo registro. Tive sorte de estar junto desses caras e gravar álbuns como este.”

Live ‘n’ Kickin’ (1974)
“A chave para mim era continuar aprendendo coisas novas a cada apresentação e isso não é nada fácil. Nos shows do WBL o aprendizado era constante; a cada apresentação fazíamos coisas completamente novas e ousadas. Leslie e Jack eram caras que nasceram para tocar num palco, isso ficou evidente nas tours que fizemos e neste registro, que funciona como uma foto da época.”

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 17.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

NO AR! PoeiraCast # 14: A FASE SOUL DE DAVID BOWIE!

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, dá uma geral no período “soul e funk” de Bowie, dos álbuns Young Americans e Station To Station.

Confira também uma discussão sobre um encontro histórico: Beatles e Elvis, em 1965!

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Direção: Bento Araújo
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Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

#Capas Históricas” – Led Zeppelin (Houses of the Holy)

Uma bela tarde, Jimmy Page ligou para o conceituado estúdio londrino Hipgnosis para perguntar se eram eles os responsáveis pela capa do disco Argus, do Wishbone Ash. Quando o guitarrista achou os responsáveis pela aquela estonteante capa, não demorou para o convite ser feito: “Vocês gostariam de fazer a capa do próximo disco do Led Zeppelin?”

Page e o mega-empresário Peter Grant se mandaram pro estúdio para discutirem a arte do álbum. Grant tinha anotado várias idéias na parte traseira de seu maço de cigarros, porém, o renomado designer Storm Thorgerson, que já havia trabalhado com o Pink Floyd, The Nice e Quatermass, teve duas idéias. A primeira era colocar o símbolo ZOSO de Jimmy Page numa paisagem do pampa colorado peruano, onde se encontram as famosas linhas de Nazca. A segunda era baseada na obra Childhood’s End, de Arthur C. Clarke, onde uma família nua escalava um monumento sagrado (Clarke depois declarou que se sentiu lisonjeado, pois o Led sempre foi uma de suas bandas favoritas!).

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O slide preferido de Duane Allman…

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Coricidin ‘D’ (descongestionador nasal) e CoricidinHBP (para combater pressão alta) eram os preferidos de Duane Allman.

Não que esses medicamentos ‘dessem barato’ se misturados com álcool, mas na verdade os frascos desses remédios caíam como uma luva nos dedos do nosso gênio da slide guitar. Esse sempre foi um dos segredos do ataque sonoro de Duane, que não trocava seu vidrinho de remédio por nenhum outro slide, digamos, mais convencional.

Não demorou muito para gente como Bonnie Raitt, Rory Gallagher e Gary Rossington (do Lynyrd Skynyrd) começar a usar a embalagem do Coricidin para extrair sons mágicos de suas guitarras. Uma grande legião de guitarristas levou as vendas do medicamento às alturas. Sorte dos donos de farmácia.

Para a tristeza geral dos amantes das seis cordas, a embalagem parou de ser fabricada no início dos anos 80, mas uma réplica do recipiente foi disponibilizada pela Real Bottlenecking Company, uma empresa do Alabama, a partir de 1985.

Hoje em dia você pode adquirir uma réplica do vidro do Coricidin pelo site www.rbnc.net.

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 16.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

BLIND FAITH E OS SUPER-GRUPOS NO POEIRACAST #13!

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, dá uma geral na super-banda de Clapton, Winwood, Baker e Greech.

Confira ainda discussões sobre os grupos Cream, ELP, CSN&Y, BBA, UK, Bad Company, West Bruce & Liang, Humble Pie, Asia, The Firme etc…

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A Show Of Hands – 10 homenagens ao cinco contra um!

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1- “Pictures Of Lily”
The Who (1968)

O Who arruma uma boa receita para a insônia com uma antiga revista de sacanagem.

2 – “Bracelets of Fingers”
The Pretty Things (1968)

Da clássica ópera-rock S.F. Sorrow, o nome diz tudo.

3 – “My Ding-A-Ling” Chuck Berry (1970)

O mais pilantra (no bom sentido) dos rockers e sua receita infalível de amor próprio.

4 – “No Bone Movies”
Ozzy Osbourne (1980)

Depois da marcação cerrada de Sharon, Ozzy adorava mesmo era ver filme pornô em quarto de hotel.

5 – “Willie & The Hand Jive”
Johnny Otis (1958)

Cliff Richard também gravou e também era adepto do esporte.

6 – “Orgasm Addict” Buzzcocks (1977)
A prova de que a masturbação é um vício punk.

7 – “Teenage Kicks” The Undertones (1978)

Antes de ir para o rádio, a canção continha a frase: “I Wanna Hold It, wanna hold it tight”.

8 – “Captain Jack” Billy Joel (1973)

“Quando sua irmã sai para um encontro, tudo que lhe sobra é ficar em casa e se masturbar”, pelo menos é isso que recomenda o piano man.

9 – “The Beat”

Elvis Costello (1978)
Segundo Costello, o lance era brincar com seu brinquedinho. “Pump It Up”!

10 – “I Touch Myself”

The Divinyls (1991)
Lá do comecinho da MTV, o único hit da banda australiana fala de “tocar a si mesmo”.

Texto de Bento Araújo
Matéria originalmente publicada na revista poeira Zine número 16.
Para saber mais clique no www.poeirazine.com.br

Jon Lord e Deep Purple juntos novamente!

Jon Lord 2009

O mestre britânico dos teclados, Jon Lord, que recentemente esteve no Brasil, celebrará novamente os 40 anos do disco Concerto for Group and Orchestra. Mas, desta vez, a apresentação será ao lado dos seus ex-companheiros do Deep Purple, no dia 24 de setembro, na Irlanda.

A performance, que ocorrerá em Dublin, será acompanhada pela RTE Concert Orchestra. Entre as canções que serão apresentadas, constarão músicas da carreria solo de Lord e do Purple, incluindo uma versão orquestrada de “Child in Time”.

Clique aqui para saber como foi a última apresentação do ex-tecladista do Purple em Sâo Paulo, na 5ª Virada Cultural.

Por dentro da história do predecessor de The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars

D.B

Em 1999, como fã da banda de heavy metal melódio Helloween, comprei o último lançamento do grupo, Metal Jukebox, um álbum só de covers. Entre as músicas do play, estava “Space Odity”, de 1968, do músico e ator britânico David Bowie (faixa que ficou entre as cinco primeiras da Inglaterra naquela década). Daí pra frente, comecei a acompanhar com mais atenção os trabalhos do “camaleão do rock”.

Bowie estourou mundialmente com o álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, de 1972, que contava com Mick Ronson (guitarra), Trevor Bolder (baixo) e Woody Woodmansey (bateria). Elementos como maquiagem carregada, apresentações performáticas, figurino caprichado e a androginia de David Robert Jones (nome verdadeiro de Bowie) começaram a se fixar como marca registrada do grupo àquela época.

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As Versões Definitivas do Rock no poeiraCast #12!

O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, abre uma discussão sobre as versões definitivas do rock!

Nessa edição, bandas e artistas que fizeram o ‘cover’ valer mais do que a versão original (ou não).

Clique aqui e boa viagem!

O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.

Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.

Ajeite-se na poltrona e boa curtição.

Direção: Bento Araújo

Locução: Ricardo Alpendre

Produção:
Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre

Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

Mais um disco de ouro para o Foghat…

BEST OF FOGHAT

A lendária banda britânica Foghat volta a ganhar destaque no mundo da boa música. O relançamento da coletânea The Best of Foghat, originalmente lançada em 1989, vem repercutindo no mundo todo, especialmente nos E.U.A.

O álbum, que abrange 16 faixas, atingiu a marca de 500.000 cópias vendidas naquele país. Tal feito proporcionou ao conjunto mais um disco de ouro em sua carreira – num total de 11, entre ouro e platina.

Hinos do blues-rock como “Slow Ride”, I Just Want to Make Love to You”, “Fool for the City”, “Drivin´ Wheel”, “Ride, Ride, Ride”, entre outros fazem parte da compilação.

Como resultado desse marco na carreira do Foghat – que atualmente consiste em Charlie Huhn (vocal e guitarra), Bryan Bassett (guitarra), Craig MacGregor (baixo), and Roger Earl (bateria) -, a banda foi homenageada pelo DJ Adam Furious, da estação de rádio inglesa WGIR Rock 101, e pela direção da Noisy SOD, com placas de ouro do “The Best of Foghat”. Clique aqui para ver o vídeo do evento.

“Minha esposa me disse que eu poderia comprar um Aston Martin com meu próximo disco de ouro”, disse Earl. “Mas aparentemente isso não conta. Uma importante observação que tenho a fazer é o meu grande agradecimento a todos os fãs, tanto aos mais antigos como aos mais novos. É tão legal ver todas essas caras novas nos shows, mostrando a elas como um bando de velhos bastardos conseguem realmente detonar. E ainda tocando ao lado do meu co-capitão, Craig Macgregor, após 35 anos, e especialmente Charlie e Bryan”, complementou o baterista, que terminou parafraseando o ex-membro do Foghat, Lonesome Dave, morto em fevereiro de 2000: “‘We’re gonna roll ’til we’re old, and rock ’til we drop’. Obrigado!”

Nós que agradecemos, Earl!

Tracklist:

1. I Just Want To Make Love To You (Single Version) 4:19
2. Maybelline ( LP Version ) 3:32
3. Ride, Ride, Ride ( LP Version ) 4:24
4. Take It Or Leave It ( LP Version ) 4:55
5. Home In My Hand 4:56
6. Drivin’ Wheel 4:29
7. Fool For The City (Single Version ) 3:26
8. Slow Ride (Single Version) 3:56
9. Stone Blue (Single Version) 3:57
10. Honey Hush 4:20
11. Night Shift (LP Version) 5:32
12. Wild Cherry 5:26
13. Third Time Lucky (First Time I Was A Fool) (LP Version) 4:11
14. Easy Money ( LP Version ) 3:53
15. Chateau Lafitte ‘59 Boogie [LP Version] 6:14
16. Eight Days On The Road ( LP Version )

(Lucas Mosca)

A maltratada companheira de Rory Gallagher!

A guitarra descascada de Rory Gallagher, com seu aspecto “levemente gasto” é uma das marcas registradas do músico. Era seu diário, onde ele registrava seu dia-a-dia, suas emoções, seus medos e suas decepções.

Rory comprou sua famosa Fender Stratocaster em 1962, numa loja de instrumentos usados chamada Crawley‘s Music Centre. O rapaz era apaixonado pela Fender Strato, guitarra usada por um de seus ídolos, Buddy Holly.

O primeiro dono daquela Fender, que Rory viu na vitrine, era também um guitarrista de uma Showband irlandesa. A guitarra veio na primeira leva de Fenders que chegou na Irlanda e era objeto de desejo de muitos guitarristas locais. O antigo dono vendeu a guitarra porque tinha originalmente encomendado um modelo na cor vermelha e, por engano, recebeu aquela peça na cor “Sunburst”.
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O Rock Holandês no poeiraCast #11!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, abre uma discussão sobre as bandas holandesas de rock…

Focus, Golden Earring, Shocking Blue, Trace, Groep 1850, Kayak, Earth and Fire, Q65, Cuby & the Blizzards, Supersister, Brainbox, etc.

Tudo sobre o rock da terra dos moinhos. E também uma homenagem ao grande Zé Rodrix…

Acesse o www.poeirazine.com.br/poeiracast.html e boa viagem!

O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.

Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.

Ajeite-se na poltrona e boa curtição.

Direção: Bento Araújo
Locução: Ricardo Alpendre
Produção: Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre
Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

Tim Buckley – Live at Folklore Center, 1967

O lendário cantor folk Tim Buckley recebe mais uma homenagem especial, no dia 25 de agosto , um álbum ao vivo de 16 faixas gravadas no Folklore Center, em Nova York, no ano de 1967.

Entre as canções, constam seis faixas inéditas de Buckley: “Just Please Leave Me”, “What Do You Do (He Never Saw You)”, “Cripples Cry”, “If The Rain Comes”, “Country Boy” e “I Can’t Leave You Loving Me”.

Além dessas composições o disco ainda trará também uma entrevista inédita realizada com o músico pelo dono do Folklore Center, a qual ocorreu em 17 e 18 de março daquele mesmo ano.

Confira abaixo o tracklist de Live At The Folklore Center, NYC – March 6,1967:

1. Song For Jainie
2. I Never Asked To Be Your Mountain
3. Wings
4. Phantasmagoria In Two
5. Just Please Leave Me *
6. Dolphins
7. I Can’t See You
8. Troubadour
9. Aren’t You The Girl
10. What Do You Do (He Never Saw You) *
11. No Man Can Find The War
12. Carnival Song
13. Cripples Cry *
14. If The Rain Comes *
15. Country Boy *
16. I Can’t Leave You Loving Me *

Robert Wyatt – Boxset a caminho…

Esta é para os fãs do Robert Wyatt: a carreira inteira do ex-membro do Soft Machine será condensada num box pela gravadora Domino, que pretende lançá-lo no dia 03 de agosto.

Os nove álbuns virão acompanhados de um EP de três faixas, lançado em 1998 pelo músico.

Os discos que fazem parte do lançamento são:

Rock Bottom (1974)
Ruth Is Stranger Than Richard (1975)
Nothing Can Stop Us (1981)
Old Rottenhat (1985)
Dondestan Revisited (1991/1998)
Shleep (1997)
EPS (1998)
Cuckooland (2003)
Robert Wyatt & friends, Theatre Royal Drury Lane 8th September 1974 (2005)
Comicopera (2007)

#1969# Crosby, Stills & Nash

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No final do mítico ano de 1968, o power-trio inglês Cream estava dando adeus aos seus fãs. As longas turnês, a influência de outros estilos musicais e a inquietação de seu principal membro foram os pontos-chave da separação. Eric Clapton, em sua autobiografia, chegou a comentar esse período:

Quando você toca noite após noite em uma agenda esgotante, muitas vezes não porque queira, mas porque é obrigado por contrato, é bem fácil esquecer os ideais que o levaram a se juntar àquilo. (…) Comecei a ficar muito envergonhado de estar no Cream, porque achava uma fraude. Não estava evoluindo…Enquanto fazíamos a viagem pela América, éramos expostos a influências extremamente fortes e poderosas, como o jazz e o rock´n´roll, que cresciam ao redor, e parecia que não estávamos aprendendo com aquilo”.

Bom, você pode estar se perguntando: “mas que diabos o Cream tem a ver com o Crosby, Stills & Nash?” Pode-se dizer que tudo, uma vez que a primeira banda foi desmanchada meses antes do disco citado ser lançado pelos vocalistas e guitarristas David Crosby (vocal e guitarra), Stephen Stills (vocal e guitarra) e Graham Nash, através da gravadora Atlantic Records. Feito que serviu de trampolim para o sucesso do trio, tanto junto ao público como também à imprensa, sendo considerados por ela como “o melhor dos supergrupos” à época.
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Ícone do Soft Machine morre aos 62 anos

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O talentoso baixista britânico Hugh Hopper morreu anteontem, aos 64 anos.

Hooper se tornou notoriamente conhecido através da banda Soft Machine, uma das precursoras do rock psicodélico e do jazz/fusion no Reino Unido, da qual fez parte de 1968 a 1972. O baixista foi peça fundamental da lendária “Canterbury prog-rock scene”.

Desde 2008 o músico vinha passando por sessões de quimioterapia, devido a um câncer instalado em sua corrente sanguínea (leucemia).

Após o sucesso com o Soft Machine, Hooper seguiu uma proeminente carreira solo, que gerou frutos como os álbuns 1984 (lançado em 1973) – o qual foi inspirado na clássica obra de George Orwell – e reuniões com vários artistas importantes da época, entre eles: Charles Hayward, Lol Coxhill and Orphy Robinson, além de integrantes de sua ex-banda, com os quais montou o grupo Wilde Flowers. Também participou de projetos como o Gilgamesh e o Isotope.

Hooper, que deixou sua marca na cena do rock progressivo e do jazz ao redor do mundo, com sua técnica inovadora nas quatro cordas, será homenageado na edição de julho da revista inglesa Jazzwise.

Dois dias antes de sua morte (5/06), o músico se casou com sua companheira, Christine.

Strawberry Alarm Clock – Incense and Peppermints (1967)

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Eles foram os queridinhos das rádios AM numa época em que imperavam os grupos de rock bubblegum. Isso não os impediu de serem os responsáveis por um dos maiores hinos da psicodelia. A canção “Incense and Peppermints” permaneceu 16 semanas em primeiro lugar nos Estados Unidos e seu grupo, o Strawberry Alarm Clock, nunca mais repetiu a dose, chegando no máximo ao top 30 com o single seguinte: “Tomorrow”.

Mas não se iluda: o grupo era ótimo e gravou quatro LPs muito competentes (tem também uma coletânea), além de participar de dois cults do cinema underground, os filmes Beyond de Valley of the Dolls e Psych Out, este último junto com o The Seeds. Encerraram as atividades em 1972, após várias trocas de formação durante sua existência.
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La Maquina de Hacer Pajaros

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La Maquina de Hacer Pajaros foi um dos muitos projetos do argentino Carlos Alberto Garcia Moreno, o popular Charly Garcia, herói na terra do Maradona.

Na primeira metade dos anos 70, Garcia atuou com Nito Mestre no Sui Generis, uma das principais bandas da América Latina.

Em 1975, lágrimas e tristeza na Argentina. O Sui Generis faz seu show de despedida com Charly se mandando para o Porsuigieco, um conglomerado com a nata do folk portenho: Raúl Porchetto, León Gieco, Nito Mestre e María Rosa Yorio. Essa ‘tchurma’ lançou um único e belíssimo registro em 1976 (eu tenho!) mas o que Charly queria mesmo era se aventurar em uma banda de Rock Progressivo.
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Mais uma razão para adorar o Cheap Trick!

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Esta é para os saudosistas de plantão: se você já está feliz da vida comemorando a volta do vinil, prepare-se: a lendária banda de Illinois (E.U.A) Cheap Trick está lançando seu novo álbum, The Latest, também no formato 8-track. Isso mesmo! Aquele famoso cartucho de oito pistas, predecessor do toca-fitas!

O play é composto de 13 faixas e foi produzido por Julian Raymond, no ano passado, em Los Angeles.

Além do formato 8-track, o álbum pode ser encontrado também, em versão limitada, no formato bolachão.

Por essa, acho que ninguém esperava…a volta do “cartucho” em pleno ano de 2009!

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álbuns clássicos na íntegra, LIVE!

Pois é, agora o AEROSMITH veio com a notícia:

“Tocaremos o álbum Toys in the Attic na íntegra durante a nossa próxima tour norte-americana ao lado do ZZ TOP”.

Certamente será bem mais bacana curtir ‘live’ sons como “Uncle Salty”, a pesadona “Round and Round”, e a pérola-pop “No More No More”, do que as babas que a banda vem fazendo ultimamente…

E a série ‘álbuns na íntegra em formato ao vivo’ continua mesmo em alta no verão norte-americano:
O Judas Priest tocará em sua próxima tour por lá o British Steel na íntegra, e o Motley Crue apresentará seu álbum Dr. Feelgood também ‘on tour’…

Falando em Dr. Feelgood, esse álbum está fazendo 20 anos de idade e a Rolling Stone (US) escreveu algo a respeito, na verdade um ‘Track Guide’ do disco…saque mais sobre isso aqui.

Jerry Lee Lewis: a última lenda viva do rock virá ao Brasil *

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O pianista e dinâmico artista Jerry Lee Lewis, a última lenda viva do rock and roll internacional, acaba de confirmar sua vinda ao Brasil. A Top Link Music informa que as datas da turnê serão informadas em breve, mas a primeira passagem confirmada é pela cidade de São Paulo, no mês de setembro. Outras cidades no Brasil serão anunciadas em breve também.

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As mortes mais bizarras do rock no poeiraCast #10!‏

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, abre uma discussão sobre as mortes mais bizarras da história do rock!

Detalhes sobre as mortes de Elvis Presley, Buddy Holly, John Bonham, Bon Scott, Steve Marriott, Nico, Duane Allman, Ronnie Van Zant, Mama Cass, Roy Buchanan, Graham Bond, Jaco Pastorius, Stevie Ray Vaughan, Marvin Gaye e muitos outros…

Clique aqui e boa viagem!

O poeiraCast é um programa de bate papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música.

Nele você encontra polêmicas, curiosidades, as famigeradas listas e bizarrices mil de seus grupos e artistas favoritos.

Ajeite-se na poltrona e boa curtição!

Direção: Bento Araújo

Locução: Ricardo Alpendre

Produção: Bento Araújo, Sérgio Alpendre, José Damiano e Ricardo Alpendre

Edição: Xando Zupo (Overdrive Estúdio – email: xandozupo@gmail.com)

Confira uma entrevista com Bento Araújo no site Vitrine das Idéias!

Cracker Blues no Blackmore – Lançamento do CD

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RUSH – 2112

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“Uma fábula futurista do rock”, é assim que se define o quarto disco do trio canadense.

2112 teve um parto difícil; o grupo havia sido muito criticado pelo seu trabalho anterior (Caress of Steel), e a melhor lição que eles tiraram disso tudo foi a de exigir para si mesmo uma busca dentro do seu próprio som. A verdade é que Geddy, Alex e Neil sentiam que era hora de crescer; de rebuscar todas as possibilidades que um estúdio, e suas próprias mentes, podiam oferecer.

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DAMO SUZUKI encontra ZEROUM, agora pra valer!

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Duelo de titãs: Ronnie Montrose processa Gary Moore!

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O lendário guitarrista Ronnie Montrose, (Montrose, Gamma, Edgar Winter Group, etc.) está processando o não menos lendário Gary Moore.

Tudo aconteceu pelo fato de Ronnie chegar à conclusão de que uma de suas guitarras (que foi roubada nos anos 70) hoje pertence a Gary. A Gibson Les Paul 1959 que Ronnie havia comprado de J. Geils sumiu após um show do Edgar Winter Group em Dudley, Massachusetts, em 1972. Com ela o guitarrista gravou o clássico They Only Come Out at Night do EWG. Desde então o líder do Montrose vem contratando detetives para tentar solucionar o mistério e ter seu amado instrumento de volta a sua numerosa coleção.

Segundo Ronnie, tudo ficou claro quando ele viu sua Les Paul numa revista inglesa sobre guitarras, que trazia um artigo com várias fotos da coleção particular de Gary Moore. Ronnie garante que uma das fotos mostrava um pequeno furo na parte traseira do instrumento, e foi através desse detalhe que ele teve certeza de que aquela é a sua guitarra roubada em 1972, já que esse furo ‘específico’ ele faz em todas as guitarras de sua coleção.

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Miles na esquina, alargando os limites do funk hipnótico…

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As explorações psicodélicas/meditativas de Miles Davis do período 1972-1975 em box de luxo.

On The Corner foi um álbum difícil para Miles. Suas extrapolias e flertes com o rock psicodélico e o funk e sua admiração por Hendrix e Sly Stone angariavam o ódio dos puristas lá pelos idos de 1972, época que Hendrix não estava mais entre nós e Sly estava fritando os poucos neurônios que ainda lhe restavam. Miles por sua vez estava empolgado; sua audiência agora era mais jovem e muito mais ampla. O lendário ícone do jazz sentia que os anos 70 seriam o ápice da música negra norte-americana e não queria ficar de fora da festa. Marvin Gaye, Stevie Wonder e muitos outros eram superstars do momento e Miles apostava que sua música intricada e complexa poderia chegar aos jovens negros dos guetos.

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Editor da poeira Zine inicia série musical do Vitrine das Idéias

O editor da revista poeira Zine, publicação especializada no melhor da música do melhor dos tempos, foi o convidado especial da sessão sobre música do site Vitrine das Idéias, apresentado por Johnny Nastri.

Bento Araújo comentou sobre seu início na profissão, suas sacadas e percalços no decorrer da trajetória jornalística / musical, sua paixão pelo rock e, claro, sobre sua publicação.

Como o tema do primeiro programa da série é o cenário alternativo, foram debatidos assuntos como bandas e veículos do gênero, além do momento declinante das gravadoras.

Nas palavras da jornalista e escritora Eliane Brum, “cada história já traz em si a forma de ser contada”. E essa história da poeira Zine, em entrevista ao site Vitrine das Idéias, não poderia ter sido revestida de outra forma: independente.

Clique aqui e confira.

(Lucas Mosca)

Os 50 anos do selo Island no poeiraCast!

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O poeiraCast, o podcast da revista poeira Zine, celebra os 50 anos do selo Island em sua 9ª edição.

Desta vez o programa é dividido em duas partes: começa com a história da cinqüentenária gravadora, fundada por Chris Blackwell, na Jamaica, e depois vem a famosa “listinha” – onde são elencados pelos apresentadores do poeiraCast os melhores discos lançados por ela, além dos grandes nomes que compõem o poderoso cast do selo.

Além de se inteirar um pouco mais sobre a história do rock´n´roll, nesta 9ª edição você ficará sabendo também se na Jamaica serve pizza, qual o seu provável sabor e, desvendando o mito urbano, se Frank Zappa realmente comeu as próprias fezes.

Comandado por Ricardo “Cadinho” Alpendre, o lineup do poeiraCast conta também com José Damiano, Sérgio Alpendre e o editor Bento Araújo.

Clique aqui e boa viagem!

Hawkwind, a capa de Space Ritual…

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Barney Bubbles merecia ser muito mais reconhecido, além do que é cultuado. Mais popular? Não seria apropriado. Não é do mesmo tipo de artista gráfico que um Roger Dean, cujo apelo é mais para o belo e o épico. Barney (nome real: Colin Fulcher) era o inquieto, o típico freak da Portobello Road, onde viviam os doidões naquela Londres pós-psicodélica. Nesse cenário, nada mais natural do que ele estar associado ao Hawkwind. Toda a concepção da banda casava com o estado de espírito e a arte de Barney. A parceria começou em In Search Of Space (1971), segundo álbum do Hawkwind, e seguiu em Doremi Fasol Latido (1972) e até 1978, tudo muito bem-elaborado e bem-sucedido, incluindo cartazes e ocasionalmente cenários de palco. Mas o trabalho dele que causou mais impacto foi a arte do álbum duplo ao vivo da banda, Space Ritual, de 1973, o segundo LP com Lemmy no baixo e em alguns vocais, e também a primeira gravação oficial em disco do muito subestimado artista Robert Calvert.
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Novo álbum do Lynyrd Skynyrd saindo do forno!

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A gloriosa banda americana de southern rock Lynyrd Skynyrd lançará, em setembro, seu novo álbum, intitulado God & Guns.

O disco, a ser lançado pelos selos Loud & Proud e Roadrunner Records, será composto por 13 faixas. De acordo com a banda, cada uma das músicas estará repleta “do mais puro e tradicional som do Lynyrd”.

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Ian Gillan no The Classic Metal Show!

Ian Gillan

O lendário vocalista Ian Gillan, atualmente no Deep Purple, foi o convidado especial da 23ª edição do programa The Classic Metal Show, produzido pela CMS Radio.

Na entrevista concedida à estação, Gillan discorreu a respeito do seu novo álbum solo, One Eye To Morocco, e sobre sua história com o Purple e o Black Sabbath.

De acordo com a Deep Purple Appreciation Society , o cantor revelou que gravou quatro versões acústicas neste mês das músicas “When A Blind Man Cries”, “Black Night”, “Better Days” e “Change My Ways”, com o guitarrista Steve Morris, numa sessão promovida pela Absolute Radio.

Para mais informações, acesse www.cmsradio.net.

STEVE HILLAGE – Mande sua pergunta para ele!

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Na próxima edição da poeira Zine daremos continuidade à seção Perguntas e Respostas.

São questões direcionadas a um determinado músico e dessa vez teremos o lendário guitarrista STEVE HILLAGE, que além de uma carreira como solista já tocou com Gong, Khan, Arzachel, System 7, Kevin Ayers, etc…

Agora o mais bacana de tudo é que vocês é que irão fazer as perguntas!

Basta enviar um e-mail para o contato@poeirazine.com.br com a sua pergunta ou postá-la aqui mesmo nos ‘comentários’.

As melhores questões serão encaminhadas para o músico e publicadas na próxima edição, com o devido crédito ao autor.

O prazo para envio das questões é até 29 de maio.

Mãos a obra pessoal!

Morreu Zé Rodrix!

Victor ou Victoria? Cinco roqueiros que agora são roqueiras…

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01 – David Palmer (foto) (Ex-integrante do Jethro Tull que agora atende pelo nome de ‘Dee’. Fez operação para mudar de sexo e abandonou a barba e o caximbo)

02 – Wayne County (Herói da cena punk de NY, mudou de sexo e virou Jayne County. Foi inspiração para o hilário filme Hedwig – Rock, Amor e Traição)

03 – Mark Free (Era vocalista da banda farofa King Cobra. Hoje atende pelo nome de ‘Marcy’ e trabalha em banco. Carmine Appice, que era seu companheiro de banda, não seguiu o mesmo caminho, apesar de posar para algumas fotos ostentando visual duvidoso)

04 – Walter Carlos (engenheiro de gravação, músico e compositor entusiasta dos sintetizadores. Mudou de sexo em 1967 (foi um dos pioneiros na operação) mas por questões de contrato precisou manter segredo até 1979, quando emergiu como Wendy Carlos. Sua trilha de Laranja Mecânica marcou época)

05 – Genesis P Orridge (Era líder da banda inglesa Throbbing Gristle. Implantou seios e mudou de sexo)
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Rock ‘n’ Roll Ain’t Noise Pollution!

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Será que o Manowar ainda continua com a fama mundial de ser a banda que toca mais alto? Bom… o Motörhead e o Napalm Death também não ficam muito atrás. Quem já presenciou algum show desses grupos sabe o que está sendo dito aqui.

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Ronnie & The Prophets, e o topete de Ronnie James Dio…

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Do que se trata?
É uma das primeiras bandas de Ronnie James Dio (seu verdadeiro nome: Ronald James Padavona), que trazia além dele no baixo e vocais, Dick Bottoff na guitarra, Nick Pantas na guitarra e Tom Rogers na bateria. Muitos que começaram a curtir o Dio em sua carreira solo nos anos 80, ou mesmo no Rainbow e no Sabbath, nem imaginam que desde 1957 (!) ele vem atuando no ramo musical. Longe de ser um simples vocalista, Dio já tocou baixo, trompete e piano e gravou discos e compactos no melhor estilo Doo Wop, Soul, R&b, Pop e Rockabilly.

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Clapton e Winwood on tour!

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“Eu tinha alguém em mente desde o início: Steve Winwood, que eu tinha visto no Twisted Wheel e outros clubes, e que realmente havia me impressionado com seu jeito de cantar e tocar. Acima de tudo parecia um conhecedor do gênero. Acho que ele tinha 15 anos na época, mas, quando cantava ‘Georgia’, se você fechasse os olhos, poderia jurar que era Ray Charles. Musicalmente, ele era um velho na pele de um jovem”.

O trecho acima foi extraído da autobiografia escrita por Eric Clapton, em 2007, e que já mostra desde cedo a admiração que ele tinha por Steve Winwood, na época que ainda o deus da guitarra fazia parte do Cream, em idos dos anos 60.

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Damo Suzuki em Sampa! Imperdível!

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O lendário ex-vocalista do CAN em apresentação única galera! Imperdível!

Jeronimo, submergindo cada vez mais no ostracismo…

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Apesar do grupo se chamar Jeronimo e a capa de seu disco mais conhecido estampar um índio mexicano, a banda vinha da Alemanha!

O grupo foi formado na segunda metade dos anos 60 e desde o início fazia um Hard Rock tosco, pesado e balançado. Em 1969 a banda começa a ter uma forte projeção graças aos compactos de “Heya” e “Na-na-hey-hey”, dois hits nas paradas européias.

Um fato curioso é que a primeira aparição do Jerônimo em LP foi em uma coletânea chamada Spiritus Orgaszmus, onde eles dividem a bolacha com o Creedence Clearwater Revival! Cada grupo ficou com um lado do elepê, que foi lançado pela Bellaphon. Raríssimo nos dias atuais, a bolacha foi prensada em vinil rosa e vinha com um pôster gigante.

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Metal on Metal!

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Conheci o Anvil, talvez a banda mais famosa do hard´n´heavy surgida no Canadá, por meio de uma coletânia da Planet Metal (acho que o volume 2), há quase 10 anos. A música era “No Evil”, do álbum Speed of Sound, de 1999. Som vigoroso, refrão forte, cozinha robusta.

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Wallace Collection – Daydream (1969)

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O Wallace Collection pode ser considerado uma pérola da psicodelia brega do final dos anos 60. A banda surgiu na Bélgica e tinha como curiosidade, uma habilidade incrível para mesclar melodias pop com guitarras, passagens jazzísticas e fragmentos de música erudita. Na formação do grupo, dois jovens cuidavam dos violinos e violoncelos, Raymond Vincent e Jacques Hamotte, que eram também membros da Orquestra Filarmônica Belga! O restante do pessoal era Marc Herout (pianista com bagagem Jazz), Sylvain Vanholme na guitarra, Christian Janssen no baixo e Freddy Nieuland na bateria e vocais. Antes de formarem o Wallace, esses garotos já haviam tocado em diversas bandas belgas como o Sylvester’s Team, o 16th Century e o Stradivarius.

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Funk Lisérgico : “Free Your Mind…And Your Ass Will Follow”

Funkadelic

Com um título desses, viajado e forte, só poderia ser algo do final dos anos 60. Free Your Mind…And Your Ass Will Follow é o segundo disco da banda Funkadelic, lançado em 1970 pelo selo Westbound.

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Andança Vinílica #1

De andança pelo centrão de Sampa…garimpei alguns vinis…

Um deles foi o red album do Grand Funk, versào original norte-americana de 1969, capa-dupla lindona, por apenas 40 mangos! Acabei de chegar em casa e percebi que esse é o meu quinto red album em vinil! (Coisa de bolha insano, pois tenho prensagem US, brazuca, peruana, e por aí vai…Não me leve a sério). Comprei esse título na loja Blue Sonic, do meu amigo Ray. Lá ele ainda outros títulos impecáveis em lp do GFR, Closer To Home, Live Album, Survival e o E Pluribus Funk, todos gringos e bem conservados…Ver o vermelhão ali na vitrine, sorrindo pra mim, foi irresistível…Outros que me chamaram atenção na Blue Sonic: um triplo que saiu agora com as primeiras gravações do Paul Kossoff no Black Cat Bones; um duplão live do Savoy Brown de 1981 produzido pelo Richie Wise do Dust e um lançamento inglês de um grupo obscuro chamado Breakthrough, com encarte recheado de histórias e fotos do grupo…

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poeira Zine 24 – Lançamento!

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Fúria apocalíptica, contos épicos e nada de
virtuosismo…. Os Tormentos do Homem Moderno através da música do Van der Graaf Generator!

12 páginas sobre um dos grupos mais amados e odiados do rock Progressivo!
Inclui uma entrevista exclusiva com PETER HAMMILL!

# Stone The Crows
A trajetória emocionante de Maggie Bell, Les Harvey e Jimmy Dewar nessa banda que impressionou até gente como Jimmy Page e Peter Grant…

# Almendra
Tudo sobre o grande combo argentino liderado pelo genial Luis Alberto Spinetta!

# Black Oak Arkansas
Entrevista exclusiva com o vocalista Jim Dandy, com perguntas escolhidas pelos leitores da pZ! Dandy foi franco e bem humorado ao falar sobre sua experiência de fumar maconha com Bill Clinton e quase substituir Ozzy no Black Sabbath!

# O Peso
Tudo por detrás do lançamento em CD do disco Em Busca do Tempo Perdido, original de 1975. Para a missão a pZ entrevistou quatro membros do grupo: Gabriel O’Meara, Carlinhos Scart, Constant Papineau e Geraldo D’arbilly.

# The Bubbles
Tudo sobre a lendária banda carioca que sacudiu a Guanabara dos anos 60!

Mundo Bolha: Golden Earring, Otis Redding, The Crowd, Attila, Chris Farlowe, Mick Ronson, The Who, Bowie, etc.
Capas Históricas: Layla… (Derek and the Dominos)
Pérola Escondida: Jeff Simmons
Have a Nice Day: “One Toke Over The Line” (Brewer & Shipley) & “Dancing In The Moonlight” (King Harvest)
Blues n’ Soul: Alexis Korner / Eric Burdon & War
Quem se Foi: Dewey Martin, Barrosinho, Uriel Jones, Ian Carr, Reg Isidore, etc.

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Ouça também um podcast inteiramente dedicado a essa edição no: www.poeirazine.com.br/poeiracast.html

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pZ Outtake – Essa ficou de fora da edição especial da pZ…

Monstros do Metal
Sem eles os shows não seriam a mesma coisa…

The Hellion (Judas Priest)
Uma águia hi-tech de metal que figurou tanto em nome de música como em capa de disco e pano de fundo de palco.

Eddie (Iron Maiden)
Geralmente mais aplaudido do que a própria banda.

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Sugarloaf – Green Eyed Lady (1970)

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Tudo tem início com uma banda do Colorado chamada Moonrakers que deixa apenas um registro datado de 1968. No ano seguinte eles mudam o nome para Chocolate Hair e a formação contava com Jerry Corbetta (V, T), Bob Webber (G), Bob Raymond (Bx), Bob MacVittie (Bt). Não demorou para pintar um contrato com a Liberty, que fez, de cara, uma exigência: que o nome da banda fosse mudado. A gravadora achava que o nome Chocolate Hair poderia soar ofensivo naqueles tempos de violentos conflitos raciais pela América.Ao contrário do que muitos pensam o novo nome, Sugarloaf (pão de açúcar em português), foi adotado em homenagem à uma famosa montanha do Colorado, estado natal dos garotos; e não uma homenagem ao nosso Pão de Açúcar.

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Boomerang! – A Vibração do Hard

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No final do ano de 1969 estava tudo acabado para o Vanilla Fudge. Foi neste ano que eles lançaram o seu último álbum, Rock N’ Roll. Devido a crises internas e perda de território para a nova geração do hard americano (Grand Funk, Mountain, Bloodrock), o jeito era dar um tempo mesmo.

Os quatro integrantes, então,começaram a “mexer os pauzinhos” e montaram novos grupos e projetos para a promissora década que surgia. Carmine Appice e Tim Bogert formaram o Cactus junto com dois figuras carimbadas da cena roqueira da cidade dos motores, Jim McCarty (ex-Mitch Rider and the Detroit Wheels e Rusty Day (ex-Amboy Dukes). O guitarrista do Vanilla Fudge, Vinnie Martell chegou até a receber uma oferta para tocar com Jimi Hendrix, o que só não rolou porque Hendrix morreu antes. E o líder, tecladista e vocalista do Vanilla Fudge, Mark Stein, formou um combo para tocar Hard pesado, um estilo que era sua verdadeira paixão, sobre o nome de Boomerang.

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Mighty Baby – “Live In The Attic”

Mighty Baby

A máxima “o que é bom dura pouco” pode ser aplicada ao conjunto Mighty Baby, formado no final de 1968, das cinzas do extinto The Action.

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East Of Eden: Um mapa-mundi de influências sonoras

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Gerard Mercator é considerado um divisor de águas na história da cartografia. Eminente geógrafo flamengo do século 16, foi ele o criador da primeira representação cartográfica confiável da esfera terrestre, através de projeções sobre uma superfície bidimensional e de um conjunto de mapas por ele denominado Atlas (já ouviu falar nessa palavra?), em homenagem ao rei Atlas da Mauritânia.

Pois ninguém melhor do esse senhor para batizar o primeiro álbum de uma banda inglesa que era um verdadeiro mapa-mundi de influências sonoras, anos antes da expressão world music ser cunhada pelos rotuladores de plantão.
Mercator Projected é o nome do álbum e a banda é nada mais nada menos que o East of Eden, uma ilustre desconhecida nos dias de hoje, mas um dos grupos mais originais da incipiente cena progressiva de sua majestade.

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“Susie Q” – Dale Hawkins (1957)

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Para os fãs do rock & roll, Dale Hawkins, The Rock’n’Roll Tornado, tem uma carreira interessante, sendo um dos grandes cantores do rockabilly do Sul dos Estados Unidos, e atípico por ser de Louisiana. Mas para o mercado da música ele não apenas é um one-hit wonder, como tem em seu único sucesso uma canção que transcende as fronteiras do rock e das décadas.

“Susie Q” é criação de Hawkins e de seu guitarrista na época, o ainda desconhecido James Burton. A gravação do single ocorreu em data desconhecida de 1957 no estúdio da KWKH Radio em Shreveport, Louisiana. Nesta versão original do clássico, é o insistente cowbell do baterista Ronnie Lewis que chama a atenção, para só depois entrarem o patenteado riff da guitarra de Burton, os backing vocals que introduzem “oh, Susie Q!” e o vocal rasgado de Dale Hawkins.

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Entrevista MICK BOX, o mago do Uriah Heep!

Essa entrevista eu fiz um pouco antes da banda subir ao palco aqui em SP, durante a última tour deles por aqui. Mick me recebeu com a maior simpatia do mundo e ficou contente quando eu confessei a ele que foi a minha mãe que me levou no meu primeiro show do Heep, em 1996, no Olympia aqui em SP, quando eles dividiram o palco com o Nazareth…Heep Rules!

Bento Araújo – A mídia especializada inglesa vem fazendo uma espécie de revival do rock Progressivo, colocando nas alturas bandas novas como Muse, Porcupine Tree e Mars Volta. Até bandas mais pesadas como o Iron Maiden estão sendo chamadas atualmente de prog-bands pela mídia inglesa. De que forma isso beneficia o Uriah Heep, já que de uns anos pra cá a banda também vendo sendo categorizada como progressiva.

Mick Box – O nosso foco sempre foi o Progressivo e o Classic Rock. De dez em dez anos a mídia tenta mudar esse foco, principalmente na cabeça das pessoas, mas nossos objetivos são sempre os mesmos. Nosso som é o som do povo, é o que as pessoas querem ouvir. Não tem nada como ver um casal de jovens namorados em nosso show gritarem e pedirem por uma música como “Gypsy”, que foi gravada há 36 anos atrás (risos)!

BA – Bandas como Jethro Tull e Deep Purple tem executado seus discos clássicos na integra em shows ao redor do mundo. Vocês chegaram a pensar na possibilidade de executar Demons and Wizards ou Magician’s Birhday na íntegra nos shows?

Mick Box – Muitas pessoas tem sugerido isso, principalmente nossos fãs mais ardorosos. Talvez repetir o que os outros já têm feito seja algo que me incomode, de qualquer forma, nós não podemos nunca descartar a hipótese. Quem sabe no futuro o Uriah Heep venha a fazer coisas do tipo…Se tocássemos um álbum na integra ele provavelmente seria o Demons And Wizards. No momento, nossa total prioridade é o novo álbum de estúdio.

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Chuck Berry lança box de 4 Cds

Como publicado pelo jornalista Charles Waring, da Record Collector, os anos 50 parecem ter sido bons para Chuck Berry. Após assinar com o selo Chess de Chigago, o cantor, guitarrista e compositor compôs, naquela década, diversos sucessos: “Maybellene”, “School Day”, “Sweet Little Sixteen” e muitas outras que foram direto para o topo das paradas após seus respectivos lançamentos.

Porém, a coisa começou a ficar preta para o músico na década seguinte, com sua prisão e envolvimento com menores de idade. Nem por isso Berry deixou de registrar grandes músicas no cenário da época.

E a gravadora Chess disponibiliza no mercado “Chuck Berry – You Never Can Tell: His Complete Chess Recordings 1960-1966″, que abrange 118 gravações, tanto de estúdio como ao vivo, do lendário músico.

Para mais informações, clique aqui.

IV poeira Zine Fest – os vídeos

Pessoal, alguns vídeos da edição mais recente da pZ Fest:

Assista e comente!

On Time:
Abdalla Kilsam – Vocal
Silvio Lopes – Guitarra
Bento Araújo – Baixo
Douglas Coronel – Teclados
Ivan Scartezini – Bateria
Tati Batistela (vocais)

Michel Leme e amigos:
Michel Leme – Guitarra
Bento Araújo – Baixo
Ivan Scartezini – Bateria
Abdalla Kilsam – Vocal

E agora no ar… Foghat!

Conhecida por ser um grande nome do blues-rock dos anos 70, tendo em seu currículo um dos melhores álbuns ao vivo já gravados naquela década, o banda inglesa Foghat entrou em declínio nos anos 80.

Formada à época por Dave Peverett (guitarra evocal), Rod Price (guitarra), Tony Stevens (baixo) e Roger Earl (bateria), o Fogath faturou cinco discos de ouro e mudou três vezes de baixista nos anos 70. Pela ordem: Tony Stevens, Nick Jameson e Craig MacGregor.

Hoje, o grupo permanece apenas com um integrante da formação original, de 1971, o batera Roger Earl. E está lançando o álbum Live at the Blues Warehouse, gravado em 27/06/2007, sob supervisão da EKO Productions. É um misto de entrevistas e músicas ao vivo, preparadas para o programa de rádio britânico Long Island Blues Warehouse Radio Show, comandado por Mark Klien.

No tracklist, constam clássicos como “I Just Want to Make Love to You”, cover de Willie Dixon (que estourou nas FM´s da época), “Slow Ride”, “Drivin’ Wheel” e “Fool for the City”.

Após as músicas, rolam as entrevistas de Klien com o grupo.

Formação:

Charlie Huhn – guitarra, vocal
Bryan Baixoett – guitarra
Craig MacGregor – baixo
Roger Earl – bateria

Tracklist:

- Fool For the City
- Home in My Hand
- Drivin’ Wheel
- Mumbo Jumbo
- My Babe
- Chateau LaFitte ‘59 Boogie
- I Just Want to Make Love to You
- Slow Ride

Para mais detalhes, clique aqui.

The Who anuncia que vem ao Brasil (em 1976!)

Essa nota saiu na revista POP, de julho de 1976…

Olha que barato, mais uma das muitas promessas de gigs internacionais por aqui que ficaram ‘na saudade’…

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“Bíblia” sobre os primeiros dias do Led Zeppelin causa furor no mundo rock

40 anos de estrada completados no ano passado. Milhões de discos vendidos. Apontados por alguns como os precursores do heavy metal. Estas são algumas credenciais da aclamada banda Led Zeppelin.

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A “maldição” do Lynyrd Skynyrd! Morreu Ean Evans…

Parece piada, mas o Lynyrd Skynyrd perdeu mais um integrante, o baixista Ean Evans, que morreu com apenas 48 anos de idade, vítima de câncer!

Pelas minhas contas, o Lynyrd já enterrou sete músicos: Ronnie Van Zant, Steve Gaines, Cassie Gaines, Allen Collins, Leon Wilkeson, Billy Powell e agora o Ean Evans…já da pra montar um outro Lynyrd do lado de lá…

Leia a matéria inteira aqui

O ano do Creedence

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Enquanto várias bandas seguiam brisando em muita psicodelia e doideras cavalares em 1969, pirando de tudo quanto é jeito, o conjunto californiano Creedence Clearwater Revival trabalhava em três de seus melhores discos: Bayou Country, Green River e Willy and the Poor Boys, lançados naquele mesmo ano.

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Bad Company de volta à estrada!

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De acordo com o site Classic Rock, o lendário vocalista Paul Rodgers anunciou a reunião da banda Bad Company, formada em 1973, e responsável por diversos clássicos do classic rock, como “Can’t Get Enough”, “Feel Like Makin’ Love”, “Ready For Love” e “Silver, Blue and Gold”.

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6ª edição do poeiraCast vai ao ar com especial sobre o Heaven and Hell

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Na esteira da vinda do Heaven and Hell ao Brasil, o programa mais polêmico de toda a web vai ao ar trazendo um especial sobre a banda: o disco novo (The Devil You Know), as polêmicas em torno da voz de Ronnie James Dio, a avaliação dos álbuns do Black Sabbath na fase do baixinho, os shows pelo Brasil em 1992 e as promessas da nova tour pelo país, que acontece agora nos próximos dias.

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UFO “deixa no gelo” a celebração do seu 40º aniversário

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A veterana banda UFO decidiu não celebrar seu 40º aniversário neste ano, porque o vocalista Phill Mogg não quer que sua banda se “pareça” como o Status Quo.

UFO, que lançará seu novo álbum, The Visitor, no dia 02 de junho, foi formado em 1969.

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The James Gang: A gangue de Joe Walsh era encrenca!

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Aquele guitarrista de cara engraçada, mais conhecido pelos leigos por suas caretas durante o solo de Hotel California, naquele famoso vídeo dos Eagles, é sempre lembrado como líder do James Gang.

Walsh foi sim a figura de frente da gangue durante seu período mais arruaceiro, quando lotavam estádios e lançavam uma trinca de álbuns acima da média.

No entanto, quem organizou essa turma toda em prol do rock não foi Walsh, mas sim o baterista Jim Fox.

Fox teve sua primeira aventura ao lado de um grupo profissional lá por volta de 1965, com os Outsiders, uma banda de Cleveland que emplacou um único hit: “Time Won’t Let Me”. A canção emplacou no top five no ano seguinte, alcançando uma projeção sequer sonhada por qualquer canção do James Gang. Curioso que essa é uma frustração que Fox faz questão de relembrar em todas entrevistas que concede. A frustração de não chegar nas paradas sempre foi um fantasma horripilante na visão do baterista.

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A Bela e a Fera

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O mestre dos teclados abre a 5ª Virada Cultural de São Paulo cercado de problemas técnicos, lixo e público barulhento, mas acompanhado de uma talentosa vocalista e muita emoção!

Já que o assunto é rock´n´roll, vou contrariar a máxima de que “cavalo dado, não se olha os dentes”. Tudo bem, o evento foi gratuito. Mas, em compensação, não à altura de um lorde. Ou melhor, Jon Lord.

Acompanhado da Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência do maestro Rodrigo Carvalho, o aclamado ex-membro do Deep Purple abriu a 5ª Virada Cultural, anteontem, no palco da Av. São João, porém sem a costumeira pontualidade britânica. O relógio marcava 18h25 (sim, 15 minutos de atraso) quando o som, no começo embolado, começou a tomar conta do ambiente. Tinha sido dada a abertura à comemoração dos 40 anos do álbum Concerto for Group & Orchestra.
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Beer Drinkers and Hellraisers…ZZ TOP

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Seria o ZZ TOP uma das bandas mais divertidas da história do rock? Certamente meu caro! A mistura infalível de boogie sacana, belas mulheres, tequila e carrões turbinados vem agradando muitas gerações de fãs espalhados por todos os cantos do planeta.

Formado em Houston, Texas, em 1970, o ZZ TOP surgiu da junção de dois grupos psicodélicos: o Moving Sidewalks e o American Blues. O primeiro chegou até a ser elogiado por Jimi Hendrix, que presenteou o líder da banda com uma guitarra de sua coleção particular. O felizardo era Billy Gibbons, talvez o guitarrista de blues que melhor trabalharia no idioma do hard rock durante as próximas décadas.
Gibbons deu sorte de trombar nas estradas do Texas com uma cozinha robusta e sempre competente: Dusty Hill e Frank Beard.

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TCSNB com IKE WILLIS! Imperdível!

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Quicksilver Messenger Service

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No mundo dos verdadeiros amantes do rock clássico, a importância de uma banda é medida através das lendas, reais ou quase reais, e histórias que ela arremata ao longo de sua trajetória. Histórias interessantes para contar é o que o QMS mais tem de sobra.
O início da trajetória dos caras já é pra lá de interessante: em 1965, o QMS já era um dos grandes nomes da cena da Bay Area de São Francisco, graças principalmente a competência dos líderes do grupo, o super guitarrista John Cipollina e o folk idol Dino Valenti. Ao lado da dupla estavam Jim Murray nos vocais, Gary Duncan guitarra, David Freiberg no baixo e Greg Elmore na bateria.

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R.I.P

Bom, já que está essa onda de falar de doenças e mortes na grande mídia – sendo a bola da vez a gripe suína -, vamos também entrar na jogada falando dos óbitos no mundo do rock neste dia 30/04, véspera do Dia do Trabalho (feriado em que a maioria, ironicamente, não trabalha).

Let´s go:

30/04/1982 – O famoso, polêmico e lendário crítico de rock norte-americano Lester Bangs, retratado no filme “Quase Famosos”, desce à cova vítima de uma overdose de medicamentos, aos 33 anos de idade. Com certeza, muitas bandas ficaram contentes com o ocorrido.

30/04/1983 – Muddy Waters sofre um infarto, aos 68 anos de idade.

30/04/1933 – Mick Ronson, guitarrista que ganhou fama ao trabalhar com David Bowie no clássico Ziggy Stardust,

30/04/1999 – Vítima de um ataque cardíaco, morre aos 52 anos o baterista da histórica banda Nazareth. Darrell Sweet.

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Aos amantes do reconhecido talento de Jon Lord, uma das melhores notícias foi dada há poucos dias: ele vai se apresentar no primeiro dia da Virada Cultural de São Paulo 2009, às 18h00, no palco da Av. São João. Lord e a Orquestra Sinfônica Municipal tocarão na íntegra um dos seus históricos trabalhos que está completando 40 anos: Concerto for Group & Orchestra.

Tanto os fãs mais novos quantos os mais antigos do mago britânico dos teclados puderam conferir, há quase dez anos, algumas das músicas do disco citado nas apresentações do Deep Purple em São Paulo, na turnê de 30 anos do álbum. Porém, alguns clássicos da versão original ficaram de fora, como, por exemplo, “Hush”, “Wring the Neck” e “Child in Time”.

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Os Olhares do Mestre

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No rock existem vozes inconfundíveis, marcantes e de inquestionável talento, que influenciaram muita gente ao redor do mundo. Nesse contexto encaixa-se o lendário vocalista Ian Gillan, globalmente conhecido como frontman do Deep Purple

Paralelamente ao Purple, Gillan explora sonoridades diferentes do Purple em seus trabalhos solo, como é o caso deste seu último álbum: One Eye To Marocco. Em entrevista ao site classicrockrevisited.com, ele explicou o significado do título: “é uma espécie de metáfora, originária dos tempos recentes da política, que quer dizer ‘olhar em duas direções ao mesmo tempo’. Achei um nome apropriado para o disco, porque reflete minha condição atual, de ter que dar atenção ao meu projeto solo e à minha banda principal”.

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PoeiraCast celebra os 40 anos do clássico In The Court of The Crimson King, do King Crimson

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O programa de rádio via web da revista poeiraZine traz em sua 5ª edição um especial sobre os 40 anos do álbum de estréia da banda King Crimson, o lendário In The Court of The Crimson King.

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Island Records comemora 50 anos

A histórica gravadora Island Records chegou ontem aos seus 50 anos de existência.

Fundada na Jamaica por Chris Blackwell, a Island começou a gravar artistas como Bob Marley e outros artistas do reggae, tornando-se assim sinônimo do estilo naquela época.

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Led Zeppelin é capa da Record Collector de maio

Os 40 anos do lançamento do primeiro disco da lendária banda Led Zeppelin foi a matéria de capa da última edição da revista inglesa Record Collector. Segundo o autor do texto, “o mais explosivo debut do rock”.

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The Rods filma primeiro DVD em 16 de maio

A banda The Rods irá gravar seu primeiro DVD no dia 16 maio, sexta-feira na lendária casa noturna Haunt, em Nova York.

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Irmandade do Blues se apresenta na Virada Cultural

A banda paulista Irmandade do Blues irá se apresentar neste domingo, 03/05, às 18h, no Sesc Vila Mariana, como parte da programação da Virada Cultural.

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Violeta de Outono toca seus sucessos no Camping Rock 2009

A clássica banda paulistana Violeta de Outono vai se apresentar na primeira noite do festival Camping Rock 2009, atração que completa doze anos de existência em Minas Gerais.

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On Time se apresenta no Blackmore neste sábado

A On Time, banda tributo ao conjunto norte-americano Grank Funk Railroad, fará uma apresentação neste sábado à noite, 02/05, no Blackmore Rock Bar.

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Baterista do Status Quo doa cinco mil euros à instituição de caridade

O baterista da banda britânica Status Quo, Matt Letley, fez ontem uma doação de cinco mil euros à fundação David Shepherd Wildlife, após ter completado a maratona de Londres, no respeitável tempo de quatro horas e cinquenta minutos.

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Stretch – Uma faceta muito bacana de Mr. Elmer Gantry!

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Não tem como falar de Stretch sem falar de seu lendário líder e incontestável figura central, Mr. Elmer Gantry.

Gantry começou sua carreira como Dave Terry, seu nome real, numa banda britânica de soul, o Five Proud Walkers, grupo que ficou completamente atordoado após abrir um concerto do Pink Floyd em 1966. A primeira atitude do jovem Terry foi mudar de nome para Elmer Gantry, em homenagem a famosa novela de mesmo nome, de 1927, de autoria de Sinclair Lewis, que serviu de inspiração para o filme homônimo de 1960, estrelado por Burt Lancaster.

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Rockstars e as bandas que eles sonhavam fazer parte

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1 – Robert Plant (The Who)
O futuro vocalista do Led topou com o Who em 1965, numa curta e obscura época em que Roger Daltrey havia sido demitido da banda. Num show de ‘aquecimento’, Pete Townshend estava cuidando dos vocais e Plant estava na platéia. No final do desastroso concerto, Plant se ofereceu para ser o novo vocalista do grupo. Townshend levou como ofensa – na sua cabeça – se Plant tinha se oferecido é porque na certa não aprovou o guitarrista nos vocais. Nunca rolou uma audição propriamente dita já que uma semana depois Daltrey estava de volta.

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Tommy Bolin – Shake The Devil

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Thomas Richard Bolin foi mais uma daquelas perdas inestimáveis e irreparáveis para o rock. Nasceu em Sioux City, Iowa, USA, no primeiro dia de agosto de 1951. Aventurou-se bem cedo pelos caminhos da música: primeiro tentou a bateria, depois o piano, porém foi só aos 13 anos de idade que sacou que o seu lance era mesmo a guitarra.

O tímido e charmoso garoto que optou em abandonar a escola ao invés de ter que cortar seu cabelo se mandou para Denver, no Colorado, onde montou sua primeira banda, o American Standard.

Logo depois conheceu uma garota chamada Candy Givens, uma jovem vidrada em Janis Joplin. Com ela funda o Zephyr, grupo de projeção apenas local que lançou apenas dois álbuns com a guitarra de Bolin. Um dos maiores méritos da banda foi abrir um show do Led Zeppelin, que terminou com Jimmy Page impressionado com a performance do precoce Bolin.

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Captain Beefheart – O Gênio…

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Um revolucionário. Se fosse necessária apenas uma palavra para definir todas as extravagâncias artísticas de Beefheart, essa seria a mais apropriada.
Don Glen “Van” Vliet (seu verdadeiro nome) trilhou o caminho experimental desde muito cedo. Seu barato definitivamente não era a música fácil.

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Allman Joys – o pré Allman Brothers Band

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Do que se trata?
Nada mais nada menos do que o pré-Allman Brothers Band. A banda era liderada pelos irmãos Greg e Duane Allman que contaram com diversos músicos de apoio como Jackie Jackson (G), Bob Keller (Bx), Maynard Portwood, Tommy Amato e Ralph Balinger (Bt), Bobby Dennis (G) e Ronnie Wilkin (Piano).

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Stage Fright – Meia dúzia de músicos que temiam subir no palco

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Lennon, Ramones, Robbie Robbertson, Rory Gallagher, Rod Stewart…O que eles tem em comum?

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#1969# Ummagumma, Drogas e Rock´n´Roll!

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As loucuras, extravagâncias e energia do ano de1968 parecem ter sido absorvidas totalmente pelos integrantes do Pink Floyd no período de gestação do álbum Ummagumma, lançado em 27 de abril de 1969, dois meses antes do mítico festival Woodstock.

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Blind Faith (1969)

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Imagine uma imagem de uma garotinha que acabou de adentrar a puberdade. Imagine ela nua, segurando um objeto fálico prateado. Ficou constrangido? Sim, eu também. Agora imagine essa imagem sendo divulgada como capa do primeiro e único disco de uma super banda, há exatos 40 anos atrás.

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The Brand New Blog

Pessoal, esse é o novo blog da poeira Zine…
Cansei daquele outro!
Prometo ser mais presente nesse aqui.
abraços!